Dia Mundial da Saudação

O Dia Mundial da Saudação é comemorado no dia 21 de Novembro em aproximadamente 180 países.

Este dia tem como objetivo celebrar a importância de uma saudação na preservação da paz. O ato de saudar ou cumprimentar outra pessoa tem um forte significado e é capaz de apaziguar conflitos e criar ambientes saudáveis.

O Dia Mundial da Saudação (World Hello Day, em inglês) foi criado em 1973, por Brian McCormack e Michael McCormack, como uma resposta ao conflito entre o Egito e Israel.

Neste dia, todas as pessoas que gostariam de participar são encorajadas a saudar pelo menos 10 pessoas. Além disso, muitas pessoas aproveitam este dia para enviar mensagens para líderes mundiais, encorajando-os a utilizar medidas pacíficas para a solução de conflitos.

Dia da Bandeira

O Dia da Bandeira é comemorado anualmente em 19 de novembro, e não é feriado.

A comemoração da bandeira recorda o dia 19 de novembro de 1889, data em que a bandeira republicana nacional foi instituída como a bandeira oficial do Brasil.

A Bandeira do Brasil simboliza a pátria e a união entre os estados e desde o início serviu para aumentar o sentimento de união entre todos os brasileiros.

A história do Dia da Bandeira do Brasil
No dia 19 de novembro de 1889, o recém-instalado governo republicano do Brasil trocou a antiga bandeira imperial, que vigorou durante 67 anos, pela bandeira da República.

A nova bandeira, desenhada pelo pintor brasileiro Décio Rodrigues Villares, foi inspirada na bandeira do império, que havia sido desenhada pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret.

A bandeira do Brasil manteve o retângulo verde e o losango amarelo, com algumas alterações. A Faixa branca, onde se lê “Ordem e Progresso”, e 21 estrelas numa esfera azul foram inseridas na criação da nova bandeira.

No dia 11 de maio de 1992 a bandeira brasileira passou a ter 27 estrelas, no lugar de 22, de forma a incluir os novos estados da federação, como prevê a Lei n. 8.421, de 11.05.1992, que determina que os novos estados devem ser representados por estrelas.

Qual o significado das cores da bandeira nacional?

As cores oficiais da bandeira brasileira são o verde, amarelo, azul e branco, cada qual com um significado distinto:

• O branco significa o desejo pela paz;
• O azul simboliza o céu e os rios brasileiros;
• O amarelo simboliza as riquezas do país;
• O verde simboliza as matas (a rica floresta brasileira).

No entanto, as cores verde e amarelo já estavam presentes na antiga bandeira brasileira imperial. O verde significava a Casa de Bragança, de Dom Pedro I, e o amarelo, a Casa dos Habsburgos, de Dona Leopoldina.

Hino à Bandeira

O hino à Bandeira tem letra do poeta Olavo Bilac e música de Francisco Braga. Foi adotado em 1906 e é tocado especialmente em Brasília, por ocasião da troca de bandeiras e em comemorações cívicas.

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Atividades para o Dia da Bandeira

Normalmente, para celebrar esta data, escolas, clubes, órgãos governamentais e demais instituições públicas e privadas organizam desfiles ou eventos que visam manifestar o patriotismo e amor pela nação brasileira.

Neste dia, é interessante hastear a bandeira e entoar o seu hino. Além disso, há diversas atividades que podem ser desenvolvidas de acordo com a faixa etária trabalhada.

Dia do Conselheiro Tutelar

O Dia do Conselheiro Tutelar é celebrado no dia 18 de Novembro. A data foi instituída pela Lei nº 11.622, de 19 de dezembro de 2007.

A função de Conselheiro Tutelar foi criada em Julho de 1990, juntamente com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Um Conselheiro Tutelar deve lutar pelos direitos das crianças e adolescentes da sua comunidade. Este cargo público implica exercer o papel de educador e orientador dos mais jovens, criando iniciativas que potenciem o desenvolvimento de crianças e adolescentes. Deve ter um apurado sentido de ética e determinação para gerir conflitos que possam aparecer durante o seu trabalho.

Um Conselheiro Tutelar faz parte de um Conselho Tutelar, um órgão permanente e autônomo, criado de acordo com o artigo 131 do ECA.

Para exercer esta tarefa de grande responsabilidade, os candidatos devem prestar uma prova de seleção. Os conselheiros são eleitos de três em três anos, pela comunidade do município onde o conselheiro vai atuar.

Em 2012 os Conselheiros Tutelares foram reconhecidos a nível legal, sendo que foi estabelecido que precisam de uma remuneração e formação contínua ao longo da carreira.

Dia Internacional da Tolerância

O Dia Internacional da Tolerância é comemorado anualmente em 16 de Novembro.

A data tem o objetivo de promover o bem estar, o progresso e a liberdade de todos os cidadãos, assim como fomentar a tolerância, o respeito, o diálogo e cooperação entre diferentes culturas, religiões, povos e civilizações.

O Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, econômico ou cultural.

Com a globalização, a pluralidade cultural que existe no mundo se tornou ainda mais interligada, exigindo uma maior compreensão das pessoas em respeitar os diferentes modos de viver de cada cidadão. Isso, no entanto, não significa que devemos aceitar as ideias ou doutrinas de todas as sociedades, mas apenas aprender a respeitá-las e conviver com as diferenças.

Origem do Dia Internacional da Tolerância

O Dia Internacional da Tolerância foi criado em 1996, pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A ideia surgiu a partir do Ano das Nações Unidas para a Tolerância, em 1995, que foi decidida e programada desde 1993, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO.

No Brasil, ainda comemora-se o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, data que também possui o significado de conscientizar à população a respeitar as diferenças religiosas que existem no país.

Proclamação da República

O Dia da Proclamação da República do Brasil é comemorado anualmente em 15 de novembro e é feriado nacional.

A data recorda o dia em que a república foi proclamada, dando fim à Monarquia no Brasil. A Proclamação da República do Brasil ocorreu no dia 15 de novembro de 1889.

O evento aconteceu no Rio de Janeiro, a então capital do país, e foi liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca que, com um grupo de militares, deu um golpe de estado no Império.

Proclamação da República, por Benedito Calixto, óleo sobre tela, 1893

Marechal Deodoro da Fonseca instituiu uma república provisória e, posteriormente, se consagrou o primeiro presidente do Brasil.

O Brasil era o único país independente do continente americano governado por um imperador. A independência do país havia sido conquistada em 7 de setembro de 1822, através da assinatura do decreto por Dona Leopoldina e da ação de Pedro I.

O dia 15 de novembro foi instituído como feriado nacional pela Lei nº 662, de 06 de abril de 1949.

Origem da Proclamação da República do Brasil

Após a Guerra do Paraguai, os militares brasileiros passaram a exigir mais reconhecimento por parte do governo.

A oposição ao Império também partira da igreja, pois o Imperador detinha o poder de interferir na organização do clero no Brasil. O incidente da “Questão Religiosa” provocou um grande descontentamento nos bispos, padres e demais membros da Igreja Católica.

Porém, o fato que potencializou o movimento republicano foi a abolição da escravatura, através da Lei Áurea, assinada em 13 de maio de 1888.

Os grandes proprietários rurais escravocratas também passaram a se opor ao império, pois não receberam nenhum tipo de indenização pela perda da propriedade dos seus escravos.

Sem querer provocar uma guerra fratricida entre os brasileiros, Dom Pedro II aceita ser expulso do Brasil na madrugada do dia 16 de novembro.

Normalmente, para comemorar a Proclamação da República, a maioria das escolas brasileiras realizam atividades lúdicas em homenagem à data.

Dentre as principais atividades, destaca-se:

• Fazer desenhos temáticos;
• Criar e organizar peças teatrais ou musicais;
• Escrever redações sobre a democracia ou a República;
• Escrever poemas ou canções sobre o assunto;
• Desfilar em homenagem à Pátria;
• Cantar o Hino Nacional e da Proclamação da República;
• Assistir filmes que discutam temas ligados à importância da democracia;
• Fazer um jogo de perguntas e respostas sobre o episódio da Proclamação da República Brasileira.

Hino da Proclamação da República

Letra: Medeiros de Albuquerque
Música: Leopoldo Miguez

Seja um pálio de luz desdobrado.
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País…
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!

O Fim da Primeira Guerra Mundial

Em 11 de novembro de 1918, armistício entre Alemanha e Aliados encerrava o grande conflito após quatro anos de matança.

“Finie la guerre?” – “Acabou-se a guerra?” O carro dos negociadores alemães que, vindo da Bélgica, atravessou a fronteira da França em 6 de novembro de 1918 espalhou o júbilo entre os soldados franceses. Os exércitos ainda se confrontavam, mas a guerra que já durava mais de quatro anos parecia estar se aproximando do fim.

Talvez os políticos vindos de Berlim até trouxessem consigo alguns cigarros, um gostinho da futura paz? O líder da delegação alemã, Matthias Erzberger, teve que desiludir os combatentes: “Como não fumante, eu não pude realizar a vontade deles”, relatou em seu livro de memórias. No entanto, pouco mais tarde, na madrugada de 11 de novembro, ele e sua contraparte francesa, o marechal Ferdinand Foch, preencheriam plenamente os anseios de milhões de europeus.

Num vagão de trem no bosque de Compiègne, cerca de 90 quilômetros a nordeste de Paris, os dois colocaram sua firma no recém-negociado armistício entre a Alemanha e os Aliados: os alemães capitulavam. No ano seguinte, em 28 de junho, no famoso Salão dos Espelhos do Palácio de Versalhes, ambos os lados assinariam oficialmente o acordo de paz.

Ajuda do outro lado do Atlântico

Até meados de 1918, as tropas alemãs haviam avançado no front ocidental, ganhando muito terreno. No entanto, entre março e julho, o contingente se reduziu de 5,1 milhões para 4,2 milhões de militares. O Império Alemão conseguiu fechar suas lacunas até o verão, mas só remobilizando soldados feridos e de novo recuperados. Além disso, os primeiros recrutas nascidos no ano de 1900 iam chegando pouco a pouco.

Contudo, os alemães se viam agora diante de um inimigo totalmente novo: os americanos. Depois que o presidente Woodrow Wilson declarara guerra à Alemanha, em 2 abril de 1917, seus soldados avançavam pelo Oceano Atlântico. No início do outono de 1918, desembarcavam diariamente 10 mil deles.

O historiador John Keegan concorda que os jovens americanos eram inexperientes no combate. “Decisivo, porém, foi o efeito que sua chegada teve sobre o adversário: profundamente deprimente.”

No fim das contas, as bem equipadas unidades dos Estados Unidos é que decidiriam a guerra a favor dos Aliados. Os supremos comandantes das tropas alemãs se viram logo forçados a aceitar que não era mais possível vencer o conflito, que só um armistício evitaria o colapso total no front alemão.

Morte em escala industrial

Até chegar à trégua de 11 de novembro, a Europa atravessara quatro anos de uma pavorosa carnificina e destruição jamais vista. Em sua viagem pela Bélgica e França, Erzberger registrou um quadro de desolação: “Nenhuma casa mais de pé, uma ruína se sucedia à outra. À luz da lua, os destroços se erguiam no ar, fantasmagóricos; nenhum ser vivo se mostrava.”

O cronista e político do Partido Alemão do Centro traçou o balanço de uma guerra de letalidade sem precedentes. O avanço tecnológico e a industrialização haviam criado um arsenal que suplantava tudo o que já existira em termos de quantidade e qualidade: tanques aparentemente indestrutíveis, embarcações que manobravam debaixo d’água, artilharia de alcance gigantesco, gases mortais.

Em 1916, os alemães haviam colocado em ação o canhão ferroviário “Langer Max”: lançados através de um tubo de 35 metros de comprimento, seus projéteis de 300 quilos atravessavam distâncias de até 48 quilômetros. Com essa arma, Paris foi alvejada em 23 de março de 1918. Algumas granadas atingiram a igreja de Saint Gervais durante um culto, matando 88 pessoas e ferindo cerca de 100.

Historiógrafos militares estimam que, durante a Primeira Guerra Mundial, se lançaram 850 milhões de granadas de artilharia. Ao todo, as nações envolvidas convocaram quase 56 milhões de recrutas. A matança se deu em escala industrial, com cerca de 11 milhões de soldados tombando sob a chuva de projéteis de canhões e o fogo de metralhadoras – uma média de 6 mil combatentes mortos por dia de conflito.

A esses se juntaram 21 milhões de feridos, soldados que perderam membros ou parte deles, que ficaram paralíticos ou acamados, foram submetidos a amputações, terminaram cegos ou surdos.

Horrores do front

As vivências no front eram, inevitavelmente, aterrorizantes. “É horrível quando estilhaços de granadas penetram nos tecidos moles”, recordava-se o soldado alemão Karl Bainier, nascido em 1898. “Nossos dois comandantes também foram atingidos em cheio durante a noite. Um perdeu o tórax inteiro; o outro, o tronco todo. O do tronco morreu na hora. O outro ainda gritou.”

Johannes Götzmann, da geração de 1894, contou como ele e sua tropa procuraram abrigo num túnel subterrâneo oblíquo. “Nós estávamos sentados embaixo quando a garagem foi atingida. O número de feridos foi grande. Um ficou sem pernas. As duas pernas se foram. Ele sangrou ali até morrer.”

Assim, não é de espantar que sobretudo os soldados desejassem o fim da guerra. Em maio de 1918, o comandante-chefe príncipe Rupprecht da Baviera observava não ser “nem um pouco fora do comum” que até 20 de cada 100 soldados se ausentassem sem permissão. Se fossem apanhados, em geral eram punidos com dois a quatro meses de prisão, “mas é exatamente isso o que alguns querem, pois assim escapam de uma ou outra batalha”.

Nos meses seguintes, o front do lado das Potências Centrais – Alemanha e Áustria-Hungria – ficaria cada vez mais desfalcado. Muitos soldados se recusariam a lutar, outros partiriam para casa por conta própria.

“Tu estás na cama e és uma moléstia. Tu és uma fratura de crânio, um tiro na barriga, uma bacia quebrada”: assim Alfred Döblin, o autor de Berlin Alexanderplatz, descreve o sentimento existencial do recrutas em seu romance Novembro de 1918: Uma revolução alemã.

Dia do Oficial da Reserva (R/2)

O Exército Brasileiro comemora, em 4 de novembro, o Dia do Oficial da Reserva (R/2), instituído em reverência ao nascimento do Tenente-Coronel Luiz de Araújo Correia Lima, idealizador dos Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva no País.

Ao longo do tempo, a ideia de criação de uma organização militar formadora de oficiais R/2 evoluiu e firmou-se com a criação de diversos CPOR e de Núcleos de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) por todo o território nacional, a fim de atender às especificidades das diversas armas, quadros e serviços.

A formação do oficial R/2 advém de processo meticulosamente planejado para instruir e incutir nos alunos, em um curto período de tempo, valores morais e profissionais da vida castrense. Originalmente instituída com a duração de três anos, a formação de oficiais R/2 foi reestruturada para dois anos em 1942, perdurando dessa forma até 1966, quando foi novamente reestruturada e passou a ser realizada em um único ano de formação.

Devido a crescentes demandas na área administrativa, profissionais especializados por entidades civis de nível superior, voltados para diversas áreas de interesse da Força, têm sido incorporados ao Exército por meio do Estágio de Serviço Técnico para a formação do oficial técnico temporário (OTT), à semelhança dos oficiais R/2 médicos, farmacêuticos, dentistas, veterinários e enfermeiros, que também prestam fundamental apoio à saúde e ao bem-estar dos militares e de suas famílias, inclusive em regiões inóspitas.

No atual processo de transformação pelo qual passa o Exército Brasileiro, impõe-se à Força Terrestre buscar, constantemente, a formação ideal e o melhor aproveitamento desses militares nas complexas e desafiadoras missões que o século XXI apresenta. Nesse contexto, caberá ao oficial R-2 um papel relevante como integrante fundamental da Instituição, quer pelas atividades militares que desempenha, quer pelo papel de multiplicador dos valores cultuados na reserva, quando de sua saída da Força Terrestre.

Além de pertencer à reserva mobilizável, o oficial R/2 normalmente ocupa funções relevantes na sociedade brasileira, onde exerce o papel de multiplicador dos valores castrenses e atua como líder na construção de uma sociedade melhor.

Nesta data tão importante, o Exército Brasileiro enaltece e agradece aos oficiais R/2, de ontem, de hoje e de sempre, pela dedicação, pela lealdade e pelo amor à Instituição e ao Brasil, concitando-os a trilhar o correto caminho do dever e a seguir os exemplos do seu Patrono, o Tenente-Coronel Correia Lima.

Dia da Instituição do Direito ao Voto da Mulher

No Dia 3 de novembro comemoramos o Dia da Instituição do Direito ao Voto da Mulher

Até 1930, as mulheres não podiam participar do processo democrático. A mudança ocorreu com a aprovação no Senado do projeto de lei sobre o tema, mas, com a Revolução, as atividades parlamentares foram suspensas e, somente em fevereiro de 1932, o voto feminino foi promulgado. A história mudou e a participação da mulher passou a ser decisiva, sendo que elas já representam 51,7% do eleitorado nacional, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

Neste dia 3 de novembro, quando comemoramos o Dia da Instituição do Direito e Voto da Mulher, quero homenagear a memória de duas paulistanas: Berta Maria Júlia Lutz, filha do famoso cientista Adolfo Lutz, que liderou o movimento decisivo para a aprovação do Novo Código Eleitoral, em 1932; e da médica e primeira mulher eleita deputada federal por São Paulo, Carlota Pereira de Queirós, em 1934, fundadora da Academia Brasileira de Mulheres Médicas.

Carlota Pereira de Queirós nasceu em 1892 e formou-se em Medicina. Em 1933, elegeu-se deputada por São Paulo para a Assembléia Nacional Constituinte. Sua participação política começou durante a Revolução Constitucionalista de 32, quando organizou um grupo de assistência médica aos combatentes feridos, comandando centenas de mulheres. O primeiro projeto sobre a criação de serviços sociais no país foi de autoria da parlamentar.

Berta Lutz nasceu em 1894, formando-se em Zoologia, sendo uma pioneira de sua época. Em 1919, tornou-se secretária do Museu Nacional do Rio de Janeiro, fato de grande repercussão porque o acesso das mulheres ao funcionalismo público era restrito. Em 1922, representou o Brasil na Assembléia Geral da Liga das Mulheres Eleitoras, realizada nos Estados Unidos, e foi eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana. Em 1936, assumiu a cadeira de deputada na Câmara dos Deputados.

Carlota convidou Berta, que na época defendia os direitos jurídicos da mulher, para trabalharem em conjunto na Constituinte de 34. Entre os projetos apresentados, propuseram: a regulamentação do trabalho feminino, a igualdade salarial e a proibição de demissão em razão de gravidez.

Mas, na época, não havia consenso entre as bancadas dos partidos e muitas restrições foram impostas à emancipação feminina até chegarmos aos dias de hoje. No entanto, a semente do trabalho dessas mulheres, entre outras mais que ingressaram na luta, tornou o sonho da participação feminina no processo democrático uma realidade.

Relembrar a história de Berta e Carlota, no dia de hoje, é a forma que temos de reconhecer a sua atuação decisiva para garantir a igualdade de direitos entre brasileiros e brasileiras.

Dia da Dona de Casa

O Dia da Dona de Casa ou Dia da Dona do Lar é comemorado em 31 de outubro.

A data (também conhecida internacionalmente como Housewife’s Day) celebra popularmente o trabalho das mulheres (e homens também, claro) que se dedicam a manter a organização e rotinas do lar. Levar as crianças ao colégio, fazer as compras no mercado, cozinhar, passar a roupa, cuidar do jardim… Enfim, são inúmeras as tarefas de uma dona(o) de casa e, por isso, devemos valorizar essas pessoas todos os dias!

Origem do Dia da Dona de Casa

Não se sabe ao certo a história sobre a origem do dia da Dona de Casa. O mais provável é que tenha relação com alguma personalidade da cultura popular, que acabou por ficar marcada no imaginário das pessoas.

Na cidade do Rio de Janeiro, no entanto, a data foi oficializada a partir da Lei Municipal nº 5.756, de 16 de junho de 2014, porém não no dia 31 de outubro. As Donas de Casa Cariocas celebram o seu dia em 3 de abril, por decisão do projeto do vereador Marcelo Piuí.

Ideias de presentes para o Dia da Dona de Casa

Preparar um café da manhã especial e servir na cama;

Fazer todas as tarefas domésticas por um dia;

Levar a(o) homenageada(o) para jantar / almoçar em um restaurante;

Levar a(o) homenageada(o) para um SPA;

Levar a(o) homenageada(o) um passeio pelo campo ou praia.

Parabéns para elas (ou eles) que administram uma casa com maestria, tarefa árdua e não muito reconhecida. Que Deus abençoe a todas(os) com saúde e força!

Dia Nacional do Livro

O Dia Nacional do Livro é comemorado anualmente em 29 de outubro.

A data celebra uma das invenções mais enriquecedoras do ser humano: o livro!

O livro pode ser uma fonte inesgotável de conhecimento, transportando os leitores para os lugares mais espetaculares da imaginação humana, além de informar e ajudar a diversificar o vocabulário das pessoas.

Os livros surgiram há centenas de anos e, desde então, continuam maravilhando as gerações com contos fantásticos e registrando os principais acontecimentos da história da humanidade.

Existem outras datas importantes relacionadas aos livros, como:

  • Dia Mundial do Livro (em 23 de abril);
  • Dia do Livro Didático (em 27 de fevereiro);
  • Dia Internacional do Livro Infantil (em 02 de abril);
  • Dia Nacional do Livro Infantil (em 18 de abril), uma homenagem ao escritor Monteiro Lobato, que nasceu nesse dia, tido como precursor da literatura infantil brasileira.

Uma boa atividade para ser realizada no dia do livro é visitar a biblioteca da sua cidade e conhecer as histórias que ela preserva e os clássicos da literatura.

Livro aberto
Origem do Dia Nacional do Livro

O Dia do Livro surgiu em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional do Livro, em 1810, pela Coroa Portuguesa. Na época, D. João VI trouxe para o Brasil milhares de peças da Real Biblioteca Portuguesa, formando o princípio da Biblioteca Nacional do Brasil (fundada em 29 de outubro de 1810).

Vale lembrar que o Brasil começou a editar seus próprios livros ainda em 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia. O primeiro livro a ser editado foi “Marília de Dirceu”, do escritor Tomás Antônio Gonzaga.

Os aficionados por livros ainda celebram anualmente o Dia Internacional do Livro, em 23 de abril, que surgiu na região da Catalunha, na Espanha, em homenagem ao escritor Miguel de Cervantes.

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