Dia Nacional do Documentário Brasileiro

No Brasil, o 7 de agosto foi escolhido para comemorar o Dia Nacional do Documentário Brasileiro. 

“O documentário dá voz a quem não tem voz, mostra realidades que não conhecemos e nos faz refletir sobre a natureza humana”. A explicação do cineasta Wolney Oliveira resume a importância desse gênero audiovisual.

Definida pela Associação Brasileira de Documentaristas (ABD), a data homenageia o aniversário do cineasta baiano Olney São Paulo, autor de O profeta de Feira de Santana (1970) e Ciganos do Nordeste (1976). Olney São Paulo foi preso no período da revolução militar devido ao filme Manhã Cinzenta (1969), sobre o primeiro sequestro de um avião brasileiro, por membros da organização MR-8.  

“Acredito que o documentário é muito mais difícil de fazer do que a ficção. A ficção tem roteiro, já o documentário quem vai dar a alma da história é a edição”, analisa Wolney Oliveira. Autor de Os Últimos Cangaceiros (2011), vencedor do Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana, o documentarista acredita que o gênero ainda sofre preconceito na distribuição nas salas de cinema. “Ainda é um nó que temos que desatar. Muitos cinemas não acreditam que o documentário atraia público”, reflete.  

Segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), 60 documentários brasileiros estrearam no cinema em 2017, frente a 44 em 2016. Em 2017, 49% dos projetos selecionados para receber investimento do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) são de documentário, alocando 23% dos recursos aportados. Isso significa cerca de R$ 100 milhões destinados a 223 projetos de documentários. Desses, 73% se destinam ao lançamento em TV, sendo que 42% são de obras seriadas.  

O cineasta Vladimir Carvalho, autor de Barra 68 (2000) e Rock Brasília – Era de Ouro (2011), observa um interesse crescente dos canais televisivos e de streaming nesse tipo de obra.

“O público assiste em várias plataformas, seja na frente da televisão ou até mesmo pelo celular. E as condições atuais são melhores para a produção documental, muito pela digitalização das câmeras, que possibilitou reduzir os custos desse tipo de equipamento”, pontua Carvalho. Carvalho acredita que as diversas influências estrangeiras beneficiaram a produção nacional. “Aqui temos o melhor das experiências, uma mistura do documentário clássico, a escola francesa, o estilo direto americano. Conseguimos juntar tudo e criar um produto que é o retrato multifacetado da realidade brasileira”, analisa.

Incentivo 

O Ministério da Cultura abriu, em 2018, três editais para estimular a produção de documentários, nas temáticas afro-brasileiro e indígenainfância e juventude; e projetos em homenagem aos 200 anos da Independência do Brasil. Juntos, eles somam R$ 11 milhões de reais em incentivos e premiações.

Cinemateca 

Na Cinemateca Brasileira, ligada à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, é possível ter acesso a vários conteúdos on-line e no catálogo físico, disponível na sede da entidade. No Banco de Conteúdos Culturais, o público pode assistir a vários documentários, com destaque para a coleção do Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE). A Base Filmografia Brasileira reúne informações sobre a produção de documentários no país, com mais de 15 mil fichas técnicas de obras brasileiras. Na sede da biblioteca, o catálogo mostra quase 2 mil referências de livros, catálogos, folhetos e outros produtos sobre o tema. Os materiais podem ser consultados gratuitamente na Biblioteca Paulo Emílio Sales Gomes da Cinemateca Brasileira.

Para assistir

1. Cabra Marcado para Morrer, Eduardo Coutinho

2. Jogo de Cena, Eduardo Coutinho

3. Santiago, João Moreira Salles

4. Edifício Master, Eduardo Coutinho

5. Serras da Desordem, Andrea Tonacci

6. Ilha das Flores, Jorge Furtado

7. Notícias de uma Guerra Particular, João Moreira Salles e Kátia Lund

8. Ônibus 174, José Padilha

9. Di, Glauber Rocha

10. Aruanda, Linduarte Noronha

11. O Prisioneiro da Grade de Ferro, Paulo Sacramento

12. O País de São Saruê, Vladimir Carvalho

13. Viramundo, Geraldo Sarno

14. ABC da Greve, Leon Hirszman

15. Jango, Silvio Tendler

16. Garrincha, Alegria do Povo, Joaquim Pedro de Andrade

17. Imagens do Inconsciente, Leon Hirszman

18. Estamira, Marcos Prado

19. Santo Forte, Eduardo Coutinho

20. Janela da Alma, João Jardim e Walter Carvalho


 (Fonte: “Os 100 Melhores Filmes Brasileiros”, Editora Letramento, 2016)

Dia Nacional dos Profissionais da Educação

No dia 06 de agosto comemora-se o Dia Nacional dos Profissionais da Educação

Segundo os últimos dados do Censo Educacional do Inep, de 2018, no Brasil já são mais de 2,6 milhões de professores, o que torna a profissão mais numerosa no país. Isso equivale a 1,2% da população brasileira, e deste número, 2,2 milhões atuam na educação básica e 397 mil trabalham no ensino superior.

Mas você sabia que os profissionais da educação não são somente a categoria dos professores?

juntamente com professores e pedagogos, todos os profissionais que atuam dentro das unidades escolares básicas, como:

• Coordenadores;
• Diretores;
• Supervisores;
• Monitores;
• Secretários;
• E inspetores.

Também são considerados profissionais da educação, já que todos eles contribuem, de acordo com seus respectivos serviços, para ajudar a escola a cumprir o seu papel no dia a dia.

Origem do Dia Nacional dos Profissionais da Educação

Para marcar de vez o reconhecimento e a valorização dos funcionários das escolas, o deputado Vicentinho criou um projeto para instituir o Dia Nacional dos Profissionais da Educação. Assim, em dezembro de 2014, foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a lei 13.054, para ser celebrado anualmente no dia 06 de agosto. A data escolhida refere-se à sanção da Lei 12.014/2009.

O Dia Nacional dos Profissionais da Educação, comemorado no dia 06 de agosto, é uma importante data para homenagear esses profissionais que são indispensáveis para a construção do conhecimento e desenvolvimento humano no ambiente escolar.

Falar dos profissionais da educação é falar de compromisso, dedicação, paciência e amor. Apaixonados por aprender e ensinar, eles têm a grande missão de transformar a realidade do país.

Dia do Capoeirista

O Dia do Capoeirista é comemorado em 3 de agosto.

Capoeirista é o indivíduo que pratica capoeira, um estilo de dança e luta que é originalmente típica da região Nordeste do país, em especial na Bahia.

A capoeira é reconhecida como um patrimônio cultural imaterial brasileiro, de acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão vinculado ao Ministério da Cultura.

Curioso saber que, durante muitos anos, mais precisamente do fim do século XIX até meados do século XX, praticar capoeira no Brasil era considerado um crime, de acordo com a lei “Sampaio Ferraz”, de 1890.

Apenas após vários anos, com o governo de Getúlio Vargas, os capoeiristas puderam finalmente exercer esta arte livremente pelo país.

Hoje, a capoeira é um dos principais cartões de visita da cultura brasileira em todo mundo.

Origem do Dia do Capoeirista

A escolha do 3 de agosto para celebrar o Dia do Capoeirista decorre da Lei nº 4.649, de 1985, do governo do estado de São Paulo, que instituiu oficialmente esta data como comemoração a todos os capoeiristas. No entanto, em nível nacional, ainda não existe uma lei que oficialize o Dia do Capoeirista no Brasil.

A capoeira surgiu no Brasil entre afro-brasileiros escravizados, em meados do século XVII. Para se defender dos golpes que recebiam dos capatazes, os cativos passaram a empregar movimentos rápidos para se desviar do chicote e aplicar, com os pés, pancadas no adversário.

Dia Internacional em Memória ao Holocausto Cigano

Nesta sexta-feira (2), memora-se o Dia Internacional em Memória do Holocausto Cigano.

A data lembra os 1,5 milhão de mortos durante a Segunda Guerra Mundial, na Europa. O episódio ganhou o nome de “Porrajmos, que significa “assassinato em massa”, em Romani, idioma dos ciganos Rom e dos Sintos.

O dia também marca o extermínio, em câmara de gás, no ano de 1944, de 2897 vidas no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, localizado no Sul da Polônia. Como os judeus e tantos outros, esses povos também foram assassinados, enviados para câmaras de gás ou usados para trabalhos forçados.

Segundo o professor de História Europeia Moderna da Universidade de Essex e programador da Semana Holocausto do Memorial da Universidade de Essex, Rainer Schulze, passados 75 anos da noite do dia 2 de agosto de 1944, a realidade nos dias atuais ainda é semelhante em diversos países do mundo.

“O fascismo continua abrindo caminho para a violência e o domínio de poucos sobre muitos. Já em 2019, essas lembranças podem parecer distantes, isoladas, esquecidas, mas não estão. Seja pelas novas formas de exclusão social, agressões e assassinatos, cometidos todos os dias, seja pelas reportagens que aparecem e ressurgem com força a condição mística e folclóricas, que distanciam as políticas públicas da realidade. Elas estão aí, com outra roupagem, ano após ano”.

Jucelho Dantas, cigano do clan Canon e professor da Uefs, também concorda com Schulze. O docente avalia que “o holocausto não acabou. Está em curso em toda a parte do mundo. Os ciganos são tratados como indigentes e escravos. Nas sociedades onde estão inseridos, são consideradas pessoas que devem ser expulsas ou eliminadas”.

Apesar do cenário de perseguição ao povo cigano, o professor da Uefs defende é necessário manter-se mobilizado, pois somente a resistência e a luta são capazes de minimizar esses desastrosos impactos. 

Dia do Agricultor

O Dia do Agricultor é comemorado anualmente em 28 de julho.

A data homenageia os profissionais que trabalham com o cultivo de “produtos da terra”, como frutas, hortaliças e vegetais.

O agricultor é um dos principais motores da economia nacional, responsável por produzir alguns dos bens essenciais para o sustento do país.

Origem do Dia do Agricultor

O Dia do Agricultor foi criado através do Decreto de Lei nº 48.630, de 27 de julho de 1960, em comemoração ao aniversário de 100 anos da fundação da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, em 1860, por Dom Pedro II.

O presidente Juscelino Kubitschek foi quem assinou a lei, acreditando serem os agricultores os principais responsáveis pelo crescimento econômico do Brasil, em meados do século XX.

Dia Nacional do Motociclista

O Dia Nacional do Motociclista é comemorado em 27 de julho.

A data celebra todos os que, seja profissionalmente ou por hobbie, pilotam motocicletas.

Conhecido popularmente como motoqueiro, o motociclista não apenas pilota motos, mas também vivencia o que é conhecido como “cultura da motocicleta”.

Inclusive, os motociclistas contam com uma Associação que orienta e organiza reuniões e demais eventos para os apaixonados por motos – Associação Brasileira de Motociclistas (ABRAM).

Origem do Dia do Motociclista

A data surgiu a partir de uma tentativa da Associação Brasileira de Motociclistas de estipular um dia comemorativo oficial para os motoqueiros.

Em 27 de Julho de 1974, morria o motociclista e mecânico da Honda Marcus Bernardi, que era bastante querido por todos. Por sugestão de Rogério Gonçalves – proprietário da Concessionária Honda de Sorocaba, São Paulo – o deputado Alcides Franciscatto, em 1984, propôs que o Dia do Motociclista fosse comemorado em 27 de julho, em homenagem ao ex-mecânico.

A ABRAM acabou por escolher esta data, entre todas as outras, como a oficial da Associação.

Também existe um dia em homenagem ao motorista. Leia sobre em Dia do Motorista.

Dia do Motorista

O Dia do Motorista é comemorado anualmente em 25 de julho.

Este dia é uma homenagem aos profissionais que trabalham com o “pé na estrada”, seja transportando mercadorias ou pessoas por diversos lugares do país.

Nesta data, as cooperativas de motoristas de cada estado organizam campanhas de conscientização para que a população e condutores saibam da responsabilidade do ato de dirigir.

Origem do Dia do Motorista

O Dia do Motorista é comemorado no Dia de São Cristóvão, santo católico considerado o padroeiro dos motoristas no Brasil.

Cristóvão significa “aquele que carrega Cristo”. De acordo com a lenda, São Cristóvão queria servir o rei mais poderoso da Terra e decidiu venerar o Diabo. No entanto, durante uma viagem, conheceu um ermitão que mostrou ser Jesus Cristo o “Rei dos Reis” e a entidade com mais poder no Universo.

Cristóvão abandonou a vida de luxos e maldades para seguir a “Palavra de Cristo”.

Trabalhou durante muito tempo transportando pessoas nas costas para que pudessem atravessar um rio. Certa vez, segundo a lenda, Cristóvão colocou um menino nas costas e a cada passo que dava o seu peso ia aumentando. Cristóvão disse: “Parece que estou carregando o mundo nas costas”, então o menino respondeu: “Tiveste às costas mais que o mundo inteiro. Transportaste o Criador de todas as coisas. Sou Jesus, aquele a quem serves”.

Assim, passou a ser conhecido como o protetor e padroeiro dos viajantes e motoristas.

O Decreto nº 63.461, de 21 de outubro de 1968, oficializa o dia 25 de julho como o “Dia do Motorista” no Brasil.

Dia Nacional do Suinocultor

Em 24 de julho é celebrado o Dia do Suinocultor.

A data foi instituída através do projeto de lei do deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC).

A profissão é desafiadora, de altos e baixos. No ano passado o Brasil produziu 4,4 milhões de toneladas produzidas, ocupando o 4º lugar mundial, atrás de China, Reino Unido e Estados Unidos. Nas exportações foram 1,024 milhão de toneladas exportadas, também 4º lugar mundial. São 1.970.611 matrizes alojadas e um rebanho total na casa de 40,6 milhões de porcos. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No último ano o país viu produção e exportações crescerem puxados pela demanda chinesa e de países ainda afetados pela Peste Suína Africana. Por aqui boas notícias com a retirada da vacinação contra febre aftosa em estados importantes para a atividade como Rio Grande do Sul, parte de Mato Grosso e o Paraná, o que deve abrir mais mercados. Santa Catarina é o maior produtor nacional e junto com o Paraná têm o status de livres de Peste Suína Clássica (PSC). O Brasil desenvolve um projeto-piloto em Alagoas, com vacinação contra a doença.null

Apesar dos bons resultados o que vem pressionando a atividade são os altos custos de produção, impulsionados pela alta dos grãos. No ano passado houve acúmulo recorde de elevação de custos. Segundo a Central de Inteligência de Aves e Suínos (Cias), da Embrapa,  o ICPSuíno terminou o ano de 2020 com alta de 47,28%, marcando 375,17 pontos, sendo que em dezembro de 2019, o índice era de 238,75 pontos. Somente os custos com a alimentação dos animais subiram 42,05% no ano passado. O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina está em uma média de R$ 7.

Por outro lado a suinocultura experimenta avanços genéticos e avanço no controle de doenças. Com linhagens mais robustas desenvolvem-se plantéis em níveis uniformes de crescimento do nascimento ao abate. Há cruzamento com raças rústicas nacionais e estrangeiras, além de manejo e nutrição mais adequadas, os porcos de hoje são híbridos que oferecem um desempenho superior em relação aos antecessores criados nos anos 1960. Na busca por mais carne e menos gordura, os produtores trouxeram novas raças para o Brasil, como a large white, landrace, duroc, berkshire, hampshire e wessex. As raças célticas, asiáticas e americanas modificaram a formação das brasileiras, antes dominadas por animais portugueses trazidos pelos colonizadores.

A criação do Dia Nacional do Suinocultor é uma prova do reconhecimento da sociedade a estes trabalhadores, por tudo o que fizeram e fazem pelo nosso País.

Dia do Guarda Rodoviário

O Dia do Guarda Rodoviário é comemorado em 23 de julho.

Também conhecido como Dia do Policial Rodoviário, esta data homenageia os policiais que são responsáveis em garantir a tranquilidade e segurança de milhares de pessoas que utilizam diariamente as vias rodoviárias para se locomover.

Origem do Dia do Guarda Rodoviário

A escolha do dia 23 de julho para celebrar o Dia do Guarda Rodoviário recorda a data de criação do primeiro quadro de profissionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 23 de julho de 1935, conhecidos como “inspetores de tráfego”.

Antônio Felix Filho, conhecido como “Turquinho”, foi o primeiro patrulheiro rodoviário federal. Em 1935, seu trabalho era vigiar as rodovias Rio-Petrópolis, Rio-São Paulo e União Indústria.

Inicialmente, a Polícia Rodoviária Federal era chamada de “Polícia das Estradas”, grupo criado pelo governo Washington Luís, em 24 de julho de 1928.

O que faz o Guarda Rodoviário?

Os guardas rodoviários trabalham sob a jurisdição da Polícia Rodoviária Federal, atuando em todos os estados brasileiros.

Além de fiscalizar as principais rodovias e estradas, os guardas rodoviários ainda promovem atividades que visam a conscientização dos motoristas sobre a importância de seguirem todas as normas de segurança no trânsito.

Esse profissional da segurança pública também é responsável por controlar cargas nas fronteiras e, assim, trabalha no controle de contrabandos.

Dia Internacional do Trabalho Doméstico

No dia 22 de julho é comemorado internacionalmente o “Dia do Trabalho Doméstico”.

A data foi firmada há 95 anos, nos Estados Unidos, já fazendo referência à luta por condições de trabalho mais justas.

Atualmente, no Brasil, a data é simbólica e serve para lembrar o valor do serviço doméstico, mas não tem feriado constituído. O emprego doméstico é a fonte de renda de mais de 6,4 milhões de brasileiros, em sua maioria, mulheres.

No país, a categoria tem ainda outra data festiva, no dia de Santa Zita, padroeira destes trabalhadores, 27 de abril, comemora-se também o “Dia Nacional da Empregada Doméstica”.

Conheça a história por trás da data

O motivo da celebração vem de uma história, não se sabe ao certo se fictícia ou verídica, conta-se que em 1921, um empregado chamado Joe Paul Simenn lutava por uma folga. O homem que era empregado em uma importante mansão da cidade de Ywgardnent, na Califórnia, há muitos meses tentava um dia de descanso junto aos seus patrões, para poder ver sua esposa e filhos que moravam distante. A folga, entretanto, nunca era concedida sob a alegação de que a família empregadora ficaria sem ter quem os servisse.

No mês de julho, o empregado teria recebido, por carta, a notícia de que uma de suas filhas estaria gravemente doente. Na ocasião também se aproximava o primeiro aniversário do seu filho caçula, que tinha visto apenas recém-nascido. Foi então que Joe Paul teve a ideia de dizer aos seus patrões que entre os dias 21 e 22 de julho, era o “Dia do Serviçal” e por isso deveriam conceder folga. Ele alegou ainda que quem não desse o descanso aos seus trabalhadores corria o risco de ser punido na corte, como era conhecido o tribunal, na época.

O empregado teria espalhado o boato por toda a vizinhança, sendo assim, os demais empregadores também com medo de serem punidos na justiça concederiam folga aos seus empregados e a história dele ganharia mais força.

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora