Essa é Maria da Penha, a mulher que deu nome a Lei que pune violência doméstica no país. Maria da Penha foi uma sobrevivente. No dia 29 de maio de 1983, a mulher, na época com 38 anos, acordou com um barulho no seu quarto, Maria não conseguia se mexer, ela havia levado um tiro. O marido de Maria da Penha, Marco Antonio Heredia Viveros, que era economista e professor universitário, contou que assaltantes entraram na casa e dispararam contra sua esposa. Ela ficou 4 meses internada em hospitais, mas acabou por perder o movimento das pernas. Maria voltou para casa sem saber que seu marido foi quem tentou matá-la, de fato. Após algumas investigações, a polícia concluiu que Antônio foi quem atentou contra a vida de Maria da Penha, o homem ainda tentou assassiná-la eletrocutada em um chuveiro elétrico. 19 anos e 6 meses depois, o homem foi punido. A demora e toda a luta de Maria da Penha por justiça, inspirou milhares de mulheres no país. No entanto, Antônio, que foi condenado duas vezes, conseguiu a liberdade. Maria da Penha não desistiu e recorreu a órgãos internacionais. O homem, então, foi preso em 2002, cumpriu 3 anos na prisão e agora vive no regime semiaberto. Mas a luta de Maria da Penha não foi em vão, em 2006 foi sansionada a lei 11.340, a Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para acabar com a violência familiar contra a mulher.
Dia do Compositor Brasileiro
O Dia do Compositor Brasileiro é celebrado anualmente em 7 de outubro.
Os compositores são as pessoas que criam músicas, seja a letra ou a sua melodia. Esta data é uma homenagem aos artistas brasileiros que se imortalizaram como mestres da composição musical.
O Dia Mundial do Compositor é comemorado em 15 de janeiro, no entanto, o Brasil é o berço de grandes compositores, merecendo uma data especialmente dedicada a esses nomes.
Origem do Dia do Compositor Brasileiro
Essa data foi criada em 1948 pelo cantor e compositor Herivelto Martins, que integrou a União Brasileira dos Compositores (UBC) na década de 40.

Segundo sua filha, Yaçanã Martins, o pai foi grande incentivador da música brasileira e colaborou grandemente para a valorização dos músicos no país. Ela disse, certa vez:
Ele não só criou a data como fundou a União Brasileira de Compositores e ajudou a regulamentar a profissão. Pixinguinha cruzava com ele na rua e dizia: ‘devo a minha aposentadoria a esse homem’. Ele foi muito importante, foi um grande político sem ser político.
Compositores brasileiros famosos
São muitos os nomes importantes na história da composição brasileira, portanto, é difícil fazer uma seleção de músicos sem que faltem pessoas importantes.
De qualquer maneira, listei alguns compositores e compositoras essenciais na construção de nossa história musical.
- Heitor Villa-Lobos
- Chiquinha Gonzaga
- Dona Ivone Lara
- Dolores Duran
- Chico Buarque
- Gilberto Gil
- Gal Costa
- João Gilberto
- Maria Bethânia
- Rita Lee
- Cássia Eller
- Tom Jobim
- Cartola
- Raul Seixas
- Marisa Monte
- Caetano Veloso
- Noel Rosa
- Adriana Calcanhoto
6 de outubro de 2020: 10 anos da criação do Instagram
Foi no dia 6 de outubro de 2010 que foi criado o Instagram, um aplicativo tradicional de compartilhamento de fotos.
O Insta é uma rede social online de compartilhamento de fotos e vídeos entre seus usuários, que permite aplicar filtros digitais e compartilhá-los em uma variedade de serviços de redes sociais.
O Instagram foi criado por Kevin Systrom e Mike Krieger. O serviço rapidamente ganhou popularidade, e atualmente tem 1.082 bilhão de usuários ativos no mundo.
Kevin Systrom é um empreendedor e engenheiro de software norte-americano. formou-se em 2006 pela Universidade Stanford com uma licenciatura em gestão de ciência e engenharia.

Michel “Mike” Krieger é um engenheiro de software e empresário brasileiro

A história de Mike Krieger com o Instagram começou em 2010. A ideia dele e de Systrom era criar um aplicativo simples de compartilhamento de fotos e localização.
Por falta de investimento, os primeiros meses do negócio foram complicados. Sendo que os fundadores passavam todo o tempo programando.
No início de 2011, o Instagram recebeu um aporte financeiro de 7 milhões de dólares.
Entre os investidores que colocaram dinheiro na rede social estão a empresa de capital de risco Benchmark Capital, o cofundador e CEO do Twitter Jack Dorsey e o ex-diretor do Facebook Adam D’Angelo .
Em 2012, o Facebook adquiriu o Instagram por quase um bilhão de dólares.
Seis anos mais tarde, Mike e Kevin anunciaram sua saída da rede social, após oito anos dedicados ao crescimento e sucesso do aplicativo.
E agora José? É melhor governar com amigos ou com adversários?
A pergunta é reconhecidamente provocativa, mas é inegável que levanta uma questão legítima, sobretudo no campo da prática política, da política como acontece na vida real (gostemos dela ou não).
Todos os sábios que estudaram e escreveram sobre a política, em todas as eras, advertiram, alertaram e deram conselhos sobre como lidar com amigos e com inimigos.
Existe uma enorme quantidade de ditos, máximas e aforismos nas obras políticas de todos os tempos, que se constitui num verdadeiro Banco de Sabedoria Política, versando sobre os mais variados temas. Como não poderia deixar de ser, a temática do inimigo e do amigo na política, não poderia estar ausente deste Banco. Aliás, este é um dos temas mais frequentemente abordados. Observe-se, a propósito, alguns aforismos famosos relativos a esse assunto, propostos de maneira a explorar a dialética amigos/inimigos:
O que os mestres da política têm a ensinar-nos sobre como lidar com os inimigos?
“A maneira mais certa de desfazer-nos de um inimigo é fazer dele um amigo” (Henrique IV)
“Para ter um bom inimigo, escolha um amigo. Ele sabe melhor que ninguém onde atingi-lo” (Diane de Poitiers)
“Senhor, protegei-me dos meus amigos. Dos inimigos eu me encarrego” (Voltaire)
“Por acaso eu não destruo meus inimigos, quando eu os faço meus amigos?” (Lincoln)
“Príncipes, especialmente novos príncipes, encontraram maior confiança e utilidade naqueles homens que, no início de seus poderes, encaravam com suspeita, do que naqueles em que confiavam, no início de seus governos” (Maquiavel)
Eles atestam a ambiguidade que os conceitos de amizade e inimizade possuem no mundo da política. O realismo político desconfia muito da amizade. Ela é um sentimento próprio das relações pessoais, indivíduo a indivíduo, intrinsecamente subjetivo, destituído de interesses, fundado na afeição. Por sua própria natureza então, acomoda se mal no mundo mais impessoal e “interesseiro” da política, onde, segundo Maquiavel, no Príncipe Cap. XVII:
“…Os homens têm menos escrúpulo em ofender quem se fez amado, do que aquele que se fez temido”
O pensamento realista, por sua visão pessimista da natureza do homem, prefere sempre lidar com interesses a lidar com sentimentos. Interesses são definidos, são quantificáveis e suscetíveis de negociação. Sentimentos são ocultos, arbitrários, volúveis e demandam uma reciprocidade cambiante, instável e não quantificável.
A atmosfera do poder se não torna a amizade impossível por certo impõe-lhe tensões muito desagregadoras. No mundo em que o governante desenvolve suas atividades não há muito espaço para amizades.
Amigos exigem muito e esperam muito, na forma de atenção, consideração e compreensão. Amigos tendem a atribuir um significado ao conceito de lealdade do chefe para com eles, que costuma extrapolar em muito os limites toleráveis, para quem tem a responsabilidade de governar.
Amigos exigem uma solidariedade irrestrita e imediata, a qualquer momento em que entrem em dificuldades, que, usualmente, exige pagamento em “moeda política” .
Amigos, pois, tendem a desenvolver expectativas exageradas e desproporcionais do governante. Tais expectativas – compreensão, paciência, consideração, solidariedade irrestrita – são perfeitamente justas e adequadas, no contexto de relações pessoais privadas.
Transpostas para o mundo da política que, na sua lógica própria não as reconhece, tornam-se politicamente onerosas, e até tirânicas. Por estas razões, amigos no governo estão sempre à beira da decepção com seu amigo poderoso, sempre na iminência do rompimento da amizade.
Há sempre alguns amigos que são capazes de fazer a distinção entre as duas situações – amizade na vida privada e na vida pública. São poucos, mas são valiosos. Você os reconhece porque eles não lhe criam problemas. Antes, resolvem-nos, mesmo ao custo de prejuízo pessoal, e você só fica sabendo muito depois. A outra marca deles é a de não opor obstáculos e não desenvolver hostilidade para com os novos amigos ou colaboradores que você atrai para seu círculo mais próximo.
Destes amigos o governante deve cercar-se. Eles serão o apoio mais importante nos piores momentos. Dos outros deve afastar-se. Os “amigos perigosos” comportam-se de maneira oposta nos dois casos: costumam criar-lhe problemas e hostilizam, por princípio, os novos participantes do círculo mais próximo de você.
Transformando adversários em “parceiros”
Já os “inimigos”, o realismo político encara de maneira diferente. Para essa escola de pensamento político, inimigos e adversários possuem muitos atrativos políticos. Atrair adversários, retirá-los da oposição para fazer parte do governo, e, no limite, cooptá-los, sempre foi (e é) uma poderosa tentação que assalta os governantes, ao montarem seu governo.
Concluída a eleição, o novo governante, munido de sua recém conquistada legitimidade, passa a ser o governante de todos: dos que o apoiaram e dos que a ele se opuseram. Com essa autoridade, pode convidar ex-adversários para integrar sua administração.
Ora, a adesão de um adversário sempre significa um enfraquecimento do bloco adversário, se não quantitativo, por certo que qualitativo. Aos olhos do povo, o apoio de um adversário, valerá muito mais do que o mesmo apoio de um aliado. Este lance, embora usualmente bem aceito pelo eleitor, como evidência da atitude de estadista do governante, tende a provocar, entretanto, uma dinâmica contraditória.
De sua parte o prefeito, governador, presidente da república, impulsiona uma dinâmica de ampliação de sua “base política” que inclui a atração de adversários; por outro lado seu partido, ou a coligação que o apoiou, busca restringir essa base, além de criar obstáculos, por vezes incontornáveis, à incorporação de adversários ao governo.
Quanto mais pragmático e não doutrinário for o partido do governo e a nova administração, maiores facilidades terá o governante no seu objetivo de cooptação de adversários. Quanto mais ideológico for o partido do governante, mais hostis e intransigentes serão as resistências que ele enfrentará.
Imaginemos, pois que você é o eleito, o novo governante.
As expectativas dos adversários em relação a você eram todas negativas. Ao convidar um deles para integrar a sua equipe você provoca uma súbita reversão de expectativas, ao premiar com sua confiança alguém que se esperava fosse ignorado, ou até mesmo prejudicado. O gesto de convidá-lo realiza uma expectativa que ele não possuía, e pela qual ele lhe ficará devedor e sinceramente grato.
Mais, um adversário que se integra ao seu governo tem muito a provar. Ele terá que reverter as dúvidas que vão pairar sobre sua lealdade, e provar que é um profissional duplamente competente. Por estas razões, ele será mais dedicado ao trabalho, evitará criar problemas para você, será preocupado em não deixar dúvidas quanto a sua lealdade, e, tendo rompido com o outro lado, dependerá de você e do seu sucesso mais que dos amigos de antes.
Finalmente, os inimigos cooptados são infinitamente mais pacientes e compreensivos que os “amigos”. Diferentemente destes ele não pode se dar ao luxo de ficar “a beira da decepção, na iminência de afastar-se ofendido”. Afinal ele já “mudou de campo” uma vez. Se repetir a dose, é por que quem tem problemas é ele, e não os grupos políticos que abandona.
Todas estas considerações ajudam a entender, porque os pensadores e os políticos, ao longo da história, revelam tanto ceticismo em relação à amizade na política, e tanta atração pela cooptação dos adversários.
No dia 4 de setembro comemora o dia mundial do Taekwondo
No dia 4 de setembro, comemora-se o dia mundial do Taekwondo. Como arte marcial, o Taekwondo existe desde tempos remotos (há registros de 2000 atrás de uma prática marcial percursora do TKD conhecido hoje).Entretanto, como o esporte olímpico que conhecemos hoje em dia sua história é recente.
A escolha do dia 4 de setembro (como dia mundial do Taekwondo WTF) simboliza a adesão do esporte as olimpíadas, na qual foi realizada uma reunião no dia 4 de setembro de 1994 permitindo a entrada do mesmo.
O esporte estreou na categoria de desporto olímpico apenas nos anos 2000. Anteriormente, em 1988 fez parte do jogos olímpicos como esporte de demonstração. Apesar disso, a arte marcial coreana vem ganhando diversos adeptos ao redor do globo.
Assim como outras artes marciais populares ao redor do mundo, o Taekwondo não ficou de fora e marca sua presença em diversos jogos de luta. Desde jogos próprios até jogos que envolvem um ou mais adepto da modalidade, como é o caso do Tekken.
Dia Nacional de Conscientização Sobre a Esclerose Múltipla
A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória crônica, provavelmente autoimune. Por motivos genéticos ou ambientais o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina (camada de gordura que envolve as fibras nervosas na substância branca do cérebro e na medula espinhal), comprometendo a função do sistema nervoso (cérebro e medula) ao atingir diversas funções ligadas ao trânsito de informações dos neurônios para o resto do corpo. Quando esse caminho é prejudicado pelas lesões provocadas pela enfermidade, essas informações se espalham gerando diversos sintomas.
Os ataques, chamados surtos, são crises inflamatórias que danificam a bainha de mielina causando cicatrizes, também chamadas de placas ou lesões. Há ainda, desde o início da doença, degeneração das próprias fibras nervosas ou axônios. Os surtos ocorrem aleatoriamente, variando em número e frequência, de pessoa para pessoa.
Sintomas:
– fadiga;
– distúrbios visuais;
– rigidez;
– fraqueza muscular;
– desequilíbrio;
– alterações sensoriais;
– dor;
– disfunção da bexiga e/ou do intestino;
– disfunção sexual;
– dificuldade para articular a fala;
– dificuldade para engolir;
– alterações emocionais;
– alterações cognitivas.
Tratamento:
Embora ainda não exista cura para a EM, há tratamentos medicamentosos que buscam reduzir a atividade inflamatória e a ocorrência dos surtos ao longo dos anos, contribuindo para a diminuição do acúmulo de incapacidades durante a vida do paciente. Além do foco na doença, tratar os sintomas é muito importante para a qualidade de vida desses pacientes. Os medicamentos utilizados, bem como todo o tratamento, devem ser indicados e acompanhados pelo médico neurologista de forma individualizada.
Recomendações:
– embora não altere a evolução da doença, é importante manter a prática de exercícios físicos, pois eles ajudam a fortalecer os ossos, a melhorar o humor, a controlar o peso e contra sintomas como a fadiga;
– quando os movimentos estão comprometidos, a fisioterapia ajuda a reformular o ato motor, dando ênfase à contração dos músculos ainda preservados;
– o tratamento fisioterápico associado a determinados remédios ajuda também a reeducar o controle dos esfíncteres (músculos que controlam a eliminação de fezes e urina);
– nas crises agudas da doença, é aconselhável que o paciente permaneça em repouso.
A data comemorativa, instituída pela Lei nº 11.303/2.006, tem como objetivos dar maior visibilidade à doença, informar a população e alertar para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. A EM é a doença neurológica que mais afeta jovens adultos no mundo, sendo que a média de idade em que as pessoas são diagnosticadas é aos 30 anos. A enfermidade acomete mais mulheres, em uma proporção de duas mulheres para cada homem diagnosticado. No Brasil, estima-se que cerca de 35 mil pessoas convivam com a Esclerose Múltipla. A doença foi descrita pela primeira vez em 1.868 pelo médico francês Jean-Martin Charcot.
Dia Nacional do Historiador
O Dia Nacional do Historiador é comemorado anualmente em 19 de agosto.
O principal objetivo desta data é homenagear os profissionais que se dedicam a estudar e conhecer sobre a história das civilizações e comunidades.
Segundo o historiador e professor André de Melo Araújo, a importância da data se dá, pois:
“Para os historiadores, interessa ver como as sociedades se configuraram no passado a partir dos vestígios documentais deixados. Um dos suportes materiais da informação que mais resiste ao tempo é o papel, em seus diversos tipos, sobretudo no século 18.”
Origem do Dia do Historiador

A criação do Dia do Historiador foi oficializada a partir do Decreto de Lei nº 12.130, de 17 de dezembro de 2009.
A escolha do dia 19 de agosto é uma homenagem a Joaquim Nabuco (1849- 1910), nascido nesse dia em Pernambuco. Ele foi um dos historiadores mais importantes do país e um dos responsáveis pela fundação da Academia Brasileira de Letras.
Joaquim também ficou conhecido por ser um dos maiores abolicionistas do país. Aliás, Nabuco é o autor da célebre frase: “A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil”.
Dia do estagiário: celebre o primeiro passo da sua vida profissional!
Todo estudante sabe: existem muitas etapas a serem concluídas antes de poder colocar, finalmente, as mãos no sonhado diploma. Porém, existem desafios muito maiores para que o formando se torne, de fato, um profissional capacitado. Na hora de enfrentar o mercado de trabalho, não basta somente ter um certificado em mãos, nesse momento, as experiências práticas contam muito mais do que o seu desempenho acadêmico. E é por isso que o estágio é uma das etapas mais importantes da vida de todo estudante: é nele que o jovem começa a moldar seu perfil profissional, adquirindo conhecimentos valiosos para a futura carreira.
Porém, a atividade não é uma via de mão única, capaz de favorecer somente estudantes – empresas também são amplamente beneficiadas ao contar com esses jovens como colaboradores. E devido sua importância, a modalidade não é só estimulada, como também celebrada: hoje, dia 18 de agosto, é o Dia do Estagiário. Desde 1982, por meio do decreto 87.497, a atividade ganha destaque nesta data graças ao seu papel de construção profissional, contribuindo para que jovens cheguem mais preparados ao mercado de trabalho e para que empresas descubram novos talentos. Para que você se conscientize ainda mais da importância dessa atividade na sua vida profissional, separei 3 motivos pelos quais você deve apostar no estágio para alancar sua carreira:
1. Conhecer melhor a sua profissão
Quem nunca ouviu: “Na teoria é uma coisa, mas na prática…”? Esse ditado tão popular é uma das maiores justificativas para o estágio, pois, na sala de aula ficamos limitados aos conceitos teóricos, sem nos aprofundarmos na realidade da profissão. E, embora os conceitos sejam fundamentais para embasar qualquer especialista, são as experiências que o tornarão mais habilidoso e competente naquilo que ele faz. Por isso, o estágio é essencial para que o aluno não só adquira experiência, mas também lide com situações que só podem ser vivenciadas no ambiente de trabalho.
Aliás, essa é uma das razões pelas quais o estágio é recomendado logo nos primeiros semestres de faculdade: quanto mais cedo você estagiar, mais chances terá de experimentar as possíveis vertentes dentro da sua futura profissão. Estagiar em segmentos diferentes relacionados ao seu curso pode te ajudar a determinar, inclusive, qual especialidade você seguirá depois de formado.
2. Conhecer melhor outras profissões
É certo que no colégio e faculdade estamos sempre em contato com outras pessoas: superiores, colegas, amigos e, até mesmo, desafetos. Porém, por mais interações e conflitos que precisemos enfrentar, raramente discutimos questões de outras áreas, do ponto de vista acadêmico. Um aluno de exatas, por exemplo, dificilmente terá que lidar com questões do âmbito filosófico. Da mesma forma, um estudante de humanas, ocasionalmente terá que testar sua destreza com cálculos. Claro que sempre existem matérias que procuram englobar conhecimentos de outras áreas, porém, não existe o aprofundamento necessário para saber levar essa carga para o ambiente de trabalho.
Numa empresa, você não ficará limitado ao seu departamento e certamente terá que colaborar, negociar, debater e, porque não, pleitear recursos (claro, de forma amistosa) com diferentes profissionais em prol do seu projeto ou de sua equipe. O estágio oferece aos jovens a oportunidade de aprender como é essa interação no ambiente corporativo. Além disso, é uma excelente oportunidade para que o estudante conheça as outras engrenagens que compõem uma empresa, além de sua profissão; podendo absorver, inclusive, conhecimentos além de sua área.
3. Conhecer melhor a si mesmo
Aproximar-se da vida adulta e ver as responsabilidades aumentando é algo que assusta muitos jovens que, embora sua pouca idade, a essa altura da vida já tiveram que lidar com algumas situações estressantes, como a escolha do curso, prestar vestibular, a mudança na rotina, etc. Por isso, não é de se estranhar que muitos fiquem confusos sobre qual caminho seguir ou sobre suas próprias habilidades. Afinal, seguir uma carreira não se resume apenas a trabalhar para ganhar dinheiro, é fundamental estarmos felizes com o caminho que escolhemos, certo?
Nesse momento, o estágio é também uma importante ferramenta de autoconhecimento, afinal, todo jovem precisa refletir sobre suas habilidades e limitações antes de se lançar no mercado de trabalho. Poder conhecer esse ambiente, sem toda pressão do cargo efetivo, pode ajudar o estudante a fazer uma escolha muito mais consciente e, da mesma forma, o deixa mais seguro para seguir outro caminho, caso esse não o deixe feliz. No dia a dia do estágio ele pode, inclusive, descobrir talentos que sequer imaginava ter, ampliando sua percepção pessoal. Sem contar que a atividade pode despertar a consciência do jovem em relação ao seu papel na sociedade, pois é a transição daquilo que ele idealizou fazer para aquilo que ele realmente poderá fazer.
Por isso, aproveite seu estágio absorvendo o máximo de conhecimento e, claro, comemore muito, afinal hoje é o seu dia!
VITIMA OU PROTAGONISTA? A ESCOLHA E SUA!
Como se fortalecer quando já estamos fragilizados? Afinal, pensando bem, bem lá no fundo, queremos mesmo culpar o universo por todas as nossas agruras. Bem mais fácil e confortável culpar alguém e se vitimar do que acontece, não é mesmo? Afinal ser vítima, no primeiro momento, é sempre mais fácil!
Porém, infelizmente ou felizmente, desde muito cedo aprendemos que nosso caminho só pode ser trilhado por nós mesmos, dos mais simples aos mais complexos desafios.
Na verdade, está tudo em nossa mãos e temos com isso a responsabilidade de construir nossa própria realidade. Podemos escolher ser vítima ou protagonista da nossa própria história!
O única caminho, se acharem outro me avisem, para transformar a realidade que nos incomoda, é a partir da nossa mudança de olhar perante os “perrengues” da vida. Porque são os problemas e as adversidades do nosso dia a dia que nos fazem amadurecer e sermos nos mesmos, os protagonistas de nossa história.
Vamos combinar que ser vítima chama a atenção das pessoas. Sentem pena da gente…”tadinha dela ou dele”. Então você escolhe, entre as mais simples às mais delicadas situações, qual o teu papel na tua vida!
Quando sentimos dor…
Ser vítima é ficar levantando a bandeira da dor, implorando piedade das pessoas. No entanto sabemos que a dor precisa ser vivida, porém ela não pode ser um fim nela mesma… ela tem que ser um meio para você sair fortalecido!
Ser protagonista é buscar ajuda. Se não está fácil superar a dor, não tenha vergonha, procure ajuda. Tem sempre algo o alguém que vai te fazer entender o que está acontecendo e vai te ajudar.
Quando perdemos algo…
Ser vítima e ficar se lamentando e achando culpados, eles até existem, em alguns casos, mas de nada adianta, eles não vão trazer de volta o que você perdeu.
Ser protagonista é virar a página e se reinventar. Pensar que existe um mundo de possibilidade a partir dessa turbulência. Dúvida e medos sempre existirão, afinal temos sentimentos.
Quando perdemos alguém…
Ser vítima e ficar lutando contra o inevitável, afinal a morte faz parte da vida!
Ser protagonista e entender essa dor, esse vazio e seguir adiante, sem esquecer o que em vida, foi vivido intensamente!
Quando sentimos medo…
Ser vítima e ficar paralisado pelo medo e não seguir adiante porque temos medo do medo!
Ser protagonista é enfrentar o medo, afinal só o venceremos se lutarmos contra ele. Pense no que de pior pode acontecer? Como vai enfrentar está situação? Tendo essas respostas, já tens uma estratégia para enfrentar o medo!
George Maclaurin o primeiro homem negro na universidade de Oklahoma em 1948, fez graduação em História depois que a faculdade acatou decisão judicial suprema. Foi forçado a sentar-se num canto longe dos brancos.
Mas seu nome permanece no quadro de honra da faculdade como um dos três melhores alunos da história da instituição.
São palavras dele: “ Alguns colegas me olhavam como se eu fosse um animal. Ninguém me dirigia a palavra, simplesmente me ignoravam, os professores pareciam nem estar lá para mim e me tratavam com asco e nem sempre me respondiam as perguntas do que eu perguntava. Mas dediquei tanto, que tempos depois começaram a me procurar para lhes dar explicações e esclarecer dúvidas. Sobre as palavras negativas, ofensas e preconceitos que jogam contra você, é você que escolhe se isso vai se tornar impulso e motivação pra voar ou ser barreira para você desistir.”
Afinal de contas, o que é ser de direita?
Ser de direita é defender a diminuição da participação do Estado na sociedade como forma de reduzir a corrupção, garantir a liberdade individual e promover o desenvolvimento econômico.
Uma Pesquisa Datafolha publicada recentemente mostra que a maior parte do brasileiro é de direita. O resultado da enquete é importante no contexto atual ao mostrar que definitivamente a direita “saiu do armário”.
Durante anos, as pessoas tinham vergonha em dizer que eram de direita devido à demonização que as esquerdas promoveram do termo na mídia e nas escolas.
É comum professores associar “esquerda” à justiça e à bondade, enquanto “direita” a pessoas gananciosas, que obtém lucro por meio de exploração dos mais pobres. Este tipo de “definição” é fruto da lavagem cerebral marxista que nossos estudantes sofrem nas escolas por docentes que não agem como profissionais do ensino, mas como militantes de partidos socialistas ao demonizar, por exemplo, o capitalismo, exaltar o socialismo (comunismo), elogiar Cuba e idolatrar Che Guevara.
É claro que se definirmos “esquerda” como o monopólio das virtudes e “direita” como a demonização do ser humano, todo mundo vai se considerar de esquerda. Acontece que, de um tempo para cá, os clichês, os jargões e a desonestidade intelectual começaram a cair.
O pilar central para distinguir a direita da esquerda é o papel que o Estado deve exercer sobre a sociedade. Enquanto a esquerda acredita que a redução da pobreza e a representatividade dos direitos de cada um ocorrem pela maior participação do Estado na vida social, a direita, ao contrário, defende a redução estatal como forma de tirar pessoas da pobreza, respeitando a liberdade individual dentro das regras estabelecidas pela sociedade.
Para a esquerda, o Estado deveria ser forte o suficiente para organizar a sociedade na esfera política, cultural, social e econômica em busca de uma igualdade entre os indivíduos. Em tese, o Estado deveria ditar os valores de uma nação e corrigir as injustiças econômicas, extraindo riqueza dos mais afortunados e distribuindo para os mais pobres. Para as esquerdas mais moderadas, essa distribuição se daria, por exemplo, pela cobrança de altos impostos dos mais ricos e distribuição da renda para os mais pobres. Já para a extrema esquerda, a violência estatal contra seus indivíduos seria um instrumento legítimo tanto na expropriação de riqueza do cidadão, como para qualquer um que se opusesse ao regime.
A premissa óbvia para sustentar este argumento é que as pessoas pertencentes ao Estado deveriam ser mais sábias e mais bondosas (“anjos” nas palavras do economista, prêmio Nobel, Milton Friedman) do que todos os outros indivíduos na condução da construção da sociedade ideal. A princípio, para o bom funcionamento do regime é imprescindível que os membros pertencentes ao Estado ajam em nome do coletivo e nunca na busca de seus próprios interesses. Além disso, pressupõe-se que os seres humanos aceitem trocar sua liberdade individual em nome do benefício coletivo – afinal de contas para esquerda o homem é o “bom selvagem de Rousseau” e a sociedade que o corrompe. Não é à toa que geralmente as esquerdas tratam, em maior ou menor grau, o bandido como uma vítima da sociedade, extraindo toda a sua responsabilidade individual (a escolha) no ato criminoso.
Já a direita, ao contrário, acredita na natureza egoísta do ser humano e entende que a concentração de poderes na mão do Estado aumentaria ainda mais a pobreza e as injustiças dado que o homem utilizaria o poder estatal em busca da resolução dos seus próprios interesses. O livro a “Revolução dos Bichos” retrata isso muito bem, mostrando que aqueles que antes lutavam contra a exploração dos mais ricos, ao tomarem o poder, utilizam a máquina estatal ao seu favor e se distanciam dos mais pobres (qualquer semelhança com a realidade atual do Brasil é mera coincidência…). Já na vida real, Cuba é um ótimo exemplo: enquanto Fidel Castro desfruta de um patrimônio bilionário, a sociedade civil vive na pobreza e sem liberdade para acessar a internet, viajar para fora do país ou criticar o governo.
Diante disso, a direita defende a minimização do poder estatal sobre o cidadão e o livre mercado como forma de redução da pobreza, diminuição da corrupção e garantia dos direitos individuais (liberdade).
Para a direita, a meritocracia é essencial para tirar pessoas da miséria, uma vez que a premiação do mérito incentiva o ser humano a produzir riquezas para si, mas que consequentemente geram benefícios para toda a sociedade. Steve Jobs ficou milionário vendendo Apples, pensando primeiramente em satisfazer seus objetivos, mas em consequência favoreceu milhares de pessoas direta e indiretamente pela venda de seus produtos e geração de empregos. O mesmo raciocínio vale para indústrias farmacêuticas, as quais só irão produzir medicamentos para câncer, HIV, diabetes, etc… se tiverem um incentivo chamado lucro. Ao buscarem o lucro, pela produção em massa de seus produtos, favorecem milhares de pessoas portadoras dessas doenças, além de gerarem milhares de empregos que se multiplicam por diversos setores.
Nesse sentido, a meritocracia é essencial, inclusive para distribuição de renda, – afinal de contas não dá para distribuir aquilo que não existe.
O monumental romance “A Revolta de Atlas” mostra de forma muita clara como a destruição da meritocracia e redução das liberdades individuais produzem apenas injustiça e pobreza para toda a sociedade.
É evidente que a direita reconhece que o mundo não é perfeito e que ainda tem muita gente na miséria, mas entende que a melhor forma de tirar pessoas da pobreza é incentivando uma economia de mercado.
Coincidentemente a humanidade sempre foi muito pobre até a Revolução Industrial, mas a partir do advento do modo de produção capitalista, milhares de pessoas têm saído da pobreza justamente naqueles países onde há mais capitalismo.
Já os regimes socialistas, ao contrário, produziram miséria e mais de 100 milhões de morte pelo mundo (por exemplo, URSS, China, Cuba).
Uma mentira recorrente é dizer que a pessoa de direita só busca seus interesses e não se sensibiliza com os mais pobres. Mesmo entendendo que o melhor programa social é a geração de empregos pela economia de mercado, a direita defende em alguns casos ajudas assistencialistas por meio do Estado.
Não é preciso dizer que o desenho do programa bolsa família foi feito por um economista de direita, Ricardo Paes de Barros. Já o uso político do programa para ganhar votos foi utilizado por um partido de esquerda bem conhecido no Brasil…
Outro erro comum é colocar no mesmo saco “direita” e “extrema direita” como se fossem sinônimos.
Ora, existe uma diferença de essência entre as duas: enquanto a direita busca liberdade pela redução da participação do Estado na sociedade, a extrema direita é contra a liberdade individual e defende um Estado totalitário para organização da sociedade.
Assim, tanto a esquerda como a extrema esquerda e a extrema direita têm um ponto em comum: a maior participação do Estado na vida do indivíduo. A primeira dentro dos limites da democracia, enquanto a extrema esquerda e extrema direita pela utilização da força.
Já a direita, ao contrário das demais quer a minimização da participação do Estado na sociedade como forma de reduzir a corrupção, garantir liberdade e promover desenvolvimento econômico.
Chamar uma pessoa de direita de fascista é no mínimo uma ignorância intelectual.
