Representantes da Associação dos Amigos da Força Nacional (AAFN), tendo à frete o seu Presidente Naldo Grangeiro, tiveram uma semana bastante produtiva na capital brasileira.
Representantes da Associação dos Amigos da Força Nacional (AAFN) na sede da Força Nacional.
Como primeiro compromisso a comitiva realizou uma visita à sede da Força Nacional, localizada na Esplanada dos Ministérios. Os representantes foram recebidos pelo então Diretor o Coronel Aginaldo e pelo seu sucessor o Coronel Américo Gaia. Na ocasião o grupo conheceu as instalações do órgão e reafirmou o compromisso com a Associação junto à Força Nacional. A Deputada Federal pelo Estado de São Paulo prestigiou o momento se fazendo presente e dando as boas vindas aos representantes da AAFN.
Associação dos Amigos da Força Nacional em Juazeiro do Norte – CE ( a 1° primeira do Brasil )Coronel PM-CE Aginaldo, Naldo Granjeiro e a presidência da subsede dos Amigos da Força Nacional em Nova Olinda – CE )Naldo Granjeiro e José Miguel ( presidente ) e Franco Matos ( vice presidente ) da subsede dos Amigos da Força Nacional em Brasília.
A Associação, que hoje já tem representantes nos municípios de Juazeiro do Norte (primeira sede do Brasil), Crato (Coronel Lúcio Flávio), Barbalha (Professor Maurício), Nova Olinda (Empresário Paulo) e Várzea Alegre (Capitão Horizonte), aproveitou a oportunidade para dar posse aos novos membros da diretoria de Brasília (Presidente José Miguel e Vice Presidente Franco Matos). Outros municípios estão bem avançados nas articulações para terem seus representantes na AAFN.
Coronel PM-CE Aginaldo e o coronel PM-AC Gaia. Coronel Aginaldo Oliveira passando o comando da Força Nacional ao coronel PM-AC Gaia.
Em um segundo momento os integrantes da Associação participaram da passagem de Comando da Força Nacional de Segurança Pública, realizada no último dia 24 de março no Batalhão Escola de Pronto Emprego da Força Nacional (BEPE), no Gama-DF. Após o evento de passagem de comando os membros foram recebidos pelo Presidente da República Jair Messias Bolsonaro no Palácio do Planalto.
A.A.F.N Associação Amigos da Força Nacional no Palácio do Planalto em Brasília fazendo a entrega ao presente Jair Messias Bolsonaro do certificado de honra ao mérito.
O Dia do Paleontólogo foi estabelecido em 7 de março, data da fundação da Sociedade Brasileira de Paleontologia, ocorrida no ano de 1958.
O governo do estado de São Paulo também estabeleceu o dia do Paleontólogo em 15 de junho, através da Lei nº 2.818, de 30 de abril de 1981. No entanto, esta data não é aceita pelos paleontologistas.
Qual é o trabalho de um paleontólogo?
Os paleontólogos são os cientistas que se dedicam a estudar fósseis de animais e seres humanos, fazendo com que tenhamos mais conhecimento sobre os seres que já viveram na Terra no passado.
Mas, ao contrário do que possa parecer, o paleontólogo não trabalha somente em escavações. A pesquisa em laboratório e a análise dos resultados é fundamental nesta carreira.
A Paleontologia, como ciência, foi estabelecida no século XIX pelo francês Charles Cuvier. No entanto, desde a Antiguidade os estudiosos já observavam restos de animais e conchas nas rochas marinhas.
Desde então, a Paleontologia tem crescido e se popularizado através de museus e filmes de ficção-científica.
No Brasil, não existe uma graduação específica para a Paleontologia e o estudante tem que cursar Geologia ou Biologia, para depois se especializar neste campo.
O arqueólogo também estuda fósseis?
O arqueólogo trabalha na investigação de vestígios da atividade humana. Isso quer dizer que modos de vida podem ser estudados através de materiais.
Também há um dia dedicado a esse profissional. O Dia do Arqueólogo é comemorado em 26 de julho.
O Dia da Navegação do Rio São Francisco é comemorado em 3 de fevereiro.
A data reforça importância nacional do corpo d’água e relembra inauguração da navegação a vapor, em 3 de fevereiro de 1871
Conhecido como “Velho Chico”, ele integra o Sudeste ao Nordeste, ao passar por cinco estados e 521 municípios. Desde as nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a foz, na divisa de Sergipe e Alagoas, o São Francisco percorre cerca de 2,7 mil quilômetros.
Conheça alguns atrativos e pontos turísticos que podem ser visitados ao longo do rio.
Serra da Canastra
Serra da Canastra
É nessa região de Minas que o rio São Francisco nasce. A Serra da Canastra está localizada nas proximidades de seis cidades: Sacramento, Delfinópolis, São João Batista do Glória, Capitólio, São Roque de Minas e Vargem Bonita. Além da nascente, os turistas podem visitar a Cachoeira Casca D’Anta, com 186 metros de altura e o primeiro grande salto do rio, localizado a 14 km da nascente.
Barco o Benjamin Guimarães
Barco o Benjamin Guimarães
Ainda em Minas Gerais, a cidade de Pirapora, no norte do estado, é famosa pelas belezas do São Francisco. Uma das atrações turísticas do município é o barco o Benjamin Guimarães, único a vapor em funcionamento no mundo. Construído em 1913, nos Estados Unidos, ele faz passeios pelo rio, em percursos de até 28 km.
Cânions do São Francisco
Cânions do São Francisco
No Nordeste, os Cânions do São Francisco são cada vez mais procurados pelos turistas. Na cidade de Canindé de São Francisco, a 213 km de Aracaju (SE), parte um dos mais belos passeios do Brasil: a travessia pelos Cânions do Xingó. O Cânion é formado por um vale profundo, com 65 quilômetros de extensão, 170 metros de profundidade e largura que varia de 50 a 300 metros
O Vale do São Francisco
O Vale do São Francisco
O Sertão também produz vinho. O Vale do São Francisco reúne sete vinícolas entre o Sertão de Pernambuco e o Norte da Bahia. Essa área é a segunda maior produtora de vinhos, espumantes e sucos naturais de uva no Brasil. A região fica em uma área de mais de 10 mil hectares entre Lagoa Grande (PE) e Casa Nova (BA).
Pirapora
Pirapora
Assim como Pirapora, Petrolina está à beira do rio São Francisco. A cidade chama a atenção pelas paisagens naturais e cenários da caatinga. O passeio de barcas pelo Velho Chico até Juazeiro e a visita ao Museu do Sertão, que resgata a cultura do homem sertanejo, são boas opções para quem pretende visitar o município.
Esta terça-feira, 22/02/2022, é um palíndromo, ou seja, que se pode ler de trás para frente, sem alterar o significado. O fenômeno também é chamado de capicua, mais apropriado para um número.
A última vez que algo parecido ocorreu foi há dois anos, em 02/02/2020. Neste século, será a última vez que acontecerá, já que, no século 21, as datas com essa característica só poderão ocorrer em fevereiro, porque neste século os dois algarismos iniciais do ano são 2 e 0.
Agora, só quem estiver vivo daqui a 90 anos poderá experienciar outra data palíndromo, no dia 21/12/2112. Isso ainda se repetirá dez anos depois, em 22/12/2122. Depois, só no próximo milênio, em 30/03/3003.
Palíndromos numéricos assim são tão raros que se agrupam no início de cada milênio.
Muitos místicos acreditam que a data marcará a abertura de um portal, cheio de significados e energia. De acordo com a psicoterapeuta holística Isah Araújo, ouvida pelo site “Só notícia boia”, 2022 é o ano do secular Portal 22.22.22, encerrando o ciclo da sequência 222 deste século.
Essas sequências (2, 22, 222, 2222) se apresentam poucas vezes a cada milênio. No nosso século temos: 2000, 2002, 2020 e 2022, que seriam os 22 anos mais revolucionários da História. Estamos dentro dessa grande onda energética até 2022. Depois ela volta a se repetir somente a partir de 2200, na sequência 2202, 2220 e 2222.
O dia 22/02/2022 marca um renascimento. A data tem a energia do número 3 (2+2+2+2+2+2=12 e 1+2=3) como missão de transcender a realidade anterior. “O 3 nos leva a ver todas as situações com igualdade, a ter um ponto de vista neutral e equilibrado sobre tudo”, afirma Isah.
É um dia para encontrar os amigos, se reunir para celebrar o dia e usar o riso como ferramenta para elevar a energia. Um momento para expressar a alegria, entusiasmo e otimismo em relação ao futuro.
No dia 22.02.2020, as pessoas ao redor do mundo estarão nesses pontos específicos, em conexão com a energia do Portal do século, para alinhar o propósito do ser humano com o propósito da Terra.
O Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo é celebrado nesta quinta-feira (18), instituído para conscientizar os brasileiros sobre o consumo excessivo de álcool e os males que a prática pode ocasionar.
Entre as principais consequências, o abuso do álcool, ao longo dos anos, lesiona o fígado, causando inflamação crônica e fibrose.
Nas imagens à direita, as partes em amarelo correspondem às fibras no fígado normal (em cima), em caso de fibrose (no centro) e após o tratamento (acima) – Ilustração: cedida pelo pesquisador
A fibrose hepática é caracterizada pela deposição de fibras de colágeno nos espaços entre as células do fígado. “Esse mecanismo ocorre como uma tentativa do organismo de reparar uma lesão”
O que é fibrose?
Quando a fibrose é muito extensa, as cicatrizes das lesões levam à cirrose. Nesses casos, a condição leva o paciente a necessitar de transplante.
O que é cirrose?
A cirrose hepática é uma inflamação crônica do fígado caracterizada pela formação de nódulos e tecido fibrótico, que dificultam o trabalho do fígado.
Normalmente a cirrose é considerada uma fase avançada de outros problemas no fígado, como hepatite ou esteatose, já que é necessário que existam lesões frequentes para o aparecimento da cirrose. Além destes problemas, a cirrose também pode se desenvolver devido ao consumo excessivo de álcool, ao uso prolongado de alguns medicamentos e até devido a algumas infecções virais.
A cirrose hepática não tem cura e, por isso, o tratamento normalmente é feito com alterações na dieta, assim como o uso de medicamentos para controlar alguns dos sintomas. Nos casos mais graves, pode ser necessária cirurgia para transplante de fígado.
Principais sintomas
Numa fase inicial, a cirrose normalmente não causa sintomas, no entanto, conforme as lesões no fígado vão aumentando podem surgir sintomas como:
• Fraqueza e cansaço excessivo; • Mal-estar geral; • Náuseas frequentes; • Perda do apetite; • Manchas vermelhas na pele, com pequenos vasinhos; • Perda de peso.
Já em casos mais avançados de cirrose, é comum observar sinais como pele e olhos amarelados, barriga inchada, urina muito escura, fezes esbranquiçadas e coceira por todo o corpo.
Ao se identificar algum sintoma que possa ser indicativo de um problema no fígado é muito importante consultar um hepatologista ou um clínico geral, pois quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais fácil será o tratamento.
O alcoolismo é uma doença crônica que atinge mais homens do que mulheres em todo o mundo, porém o panorama sofre alterações.
Ser dependente é estar sempre em vigilância. Um dia de cada vez.
Legislação
A lei proíbe que bares, restaurantes, lojas de conveniência, baladas, entre outros locais, comercializem, ofereçam ou permitam a presença de menores de idade consumindo bebidas alcoólicas no interior dos estabelecimentos, mesmo que acompanhados de seus pais ou responsáveis maiores de idade.
Muitos acreditam que esse símbolo é uma apologia à morte, mas o significado é o contrário: VITÓRIA SOBRE A MORTE.
A “Faca na Caveira” é o símbolo da tropa de Comandos do Brasil, é utilizada para caracterizar a Companhia Independente de Operações Especiais do Tocantins (CIOE), um grupo de elite da Polícia Militar que adota táticas especiais em ocorrências de alta complexidade. Mas você sabia que ao contrário do que muitos pensam o símbolo que traz uma faca cravada em uma caveira não significa a morte pura e simplesmente, mas sim a vitória da vida sobre a morte.
A história relata, que a “Faca na Caveira” se originou nos campos de batalha durante a Segunda Guerra Mundial quando um militar de uma equipe de Operações Especiais que combatiam as tropas alemãs, conhecida como “Comandos”, crava um punhal na caveira que decorava a mesa em um dos abrigos Nazistas e brada: “vitória sobre a morte”. Com esse gesto, queria dizer que os Comandos que representavam a vida, estavam virando o jogo e vencendo a morte. A partir daquele momento, o emblema do punhal cravado no crânio passou a ser símbolo das equipes de operações especiais em todo o mundo.
Mais ainda, há quem diga que faca na caveira surgiu em decorrência do sacrifício de Jesus Cristo. Contudo, se trata de uma teoria com maiores dúvidas do que certeza. Ademais, parte de uma interpretação dos eventos bíblicos, e não de relatos históricos e atuais como as outras hipóteses.
Basicamente, Jesus Cristo teve a crucificação no alto do Monte Caveira ou Gólgota. Sobretudo, era um local que visto de longe parecia-se muito com um crânio. Em especial durante o pôr do sol, momento em que se deu a execução do Messias. Dessa forma, quando ergueu-se sua cruz, os soldados romanos acabaram retirando dois outros ladrões e deixando-o sozinho na região.
Portanto, os fiéis afirmavam que à distância, a cruz de Jesus parecia uma faca cravada na caveira. Ou seja, a cruz quando no topo da montanha assemelhava-se a uma lâmina atravessando um crânio verdadeiro. Ademais, como ele ressuscitou três dias depois, consagrou-se como o símbolo máximo da vitória do bem sobre a morte.
Sendo assim, quando se afirma ou se utiliza a representação da faca na caveira, busca-se falar sobre a vitória sobre a morte. Acima de tudo por meio da utilização de estratégia, conhecimento e sabedoria. Em outras palavras, há ainda uma referência às táticas às operações especiais, o que aumenta a importância e valor do símbolo.
O Brasil, hoje, enfrenta um perigosíssimo processo de extinção do sentimento patriótico. Estamos nos tornando um país desprovido de sentimentos nobres.
Nossa nobreza de sentidos está sucumbindo pela deformidade cognitiva do que seja patriotismo, moral e civismo.
Essa ausência de valores é observada na ação iconoclasta de instituições públicas, na corrupção gerada pela política, na ausência de uma educação moralmente identificada, na falta de méritos na atividade privada e na falência cultural da sociedade.
Assim, é preciso restabelecer os conceitos mais básicos sobre os valores que identificam a nação, a pátria, a soberania e a cidadania, para, então, identificar o que há de errado em nosso país.
Identificação com a Pátria
O patriota é aquele que ama seu país e procura servi-lo da melhor forma possível.
Patriotismo é um sentimento voluntário, unilateral, de amor e pertencimento. Revela a disposição de entrega à causa da pátria.
O patriota (do grego patriotes – patrício), não apenas respeita; ele ama os símbolos da pátria, a bandeira, o hino, o brasão. Nutre identidade com os vultos históricos e as riquezas naturais. Ele serve ao seu país e é solidário aos que devotam o mesmo sentimento de patriotismo.
O Professor Paulo Nogueira Neto lecionava que “homem é território”. Ele queria com isso dizer que toda atividade antrópica se refletia territorialmente.
Levando em conta esse pressuposto, a pátria é o território e o reflexo do homem – o conjunto de elementos que identificam o ser humano com sua terra natal, seus costumes, seus símbolos e seus ancestrais.
A pátria soma elementos tangíveis (terra, água, ar, clima, paisagem, fauna, flora e símbolos nacionais), e elementos intangíveis (amor, identidade, apreço e respeito).
Patriotismo é sentimento que acomete todo tipo de indivíduo predisposto a amar a causa da pátria.
Crianças e velhos, cidadãos natos e estrangeiros (que aprenderam a amar o país), criminosos circunstanciais e encarcerados habituais… todos podem nutrir esse sentimento de pertencimento. Sentem-se dignos, porque o patriotismo é sinônimo de dignidade.
Essa predisposição a sentir é epistemológica. Pressupõe uma ambiência, uma percepção social, uma cultura de identificação com os símbolos nacionais, um sentimento disseminado de amor á terra e engajamento com seus valores.
Patriotismo e cidadania
Patriotismo é, também, cidadania, mas não se confunde com esta.
Patriotismo é sinônimo de dignidade
Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais, estabelecidos pelo ordenamento constitucional do País. Implica direitos e deveres interligados na consecução dos objetivos nacionais.
Cidadania não é um sentimento voluntário e unilateral. É um exercício de integração à sociedade politicamente organizada.
Exercer a cidadania é ter consciência de seus direitos e obrigações e incumbir-se de implementá-los cotidianamente.
Patriotismo e nacionalismo
O patriotismo também não pode ser confundido com nacionalismo, embora este possa compor um dos aspectos idealistas do patriotismo.
Ou seja, nem todo patriota é nacionalista e o nacionalista nem sempre é patriota.
Monumento em homenagem à Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo – Itália
Charles De Gaulle definia: “patriotismo é quando o amor por seu próprio povo vem primeiro” e “nacionalismo quando o ódio aos demais povos vem primeiro”. Por óbvio a mensagem estava contaminada pelo trauma sofrido com o nazismo.
Para entender melhor a diferença entre patriotismo e nacionalismo, é preciso ter em mente os conceitos básicos de “nação” e “país”.
Nação é expressão cultural da pátria. Ela é intangível.
O País é expressão material do território e sua organização política. Ele é tangível.
Brasil: um deserto de patriotas?
O patriotismo revela-se no impulso de defender a pátria contra uma injusta opressão; quando estão em risco a independência nacional e a sua autodeterminação.
Na linguagem quotidiana, a noção de nobreza relaciona-se com valores humanos como a lealdade, a honestidade e a retidão moral
O patriotismo é um sentimento nobre. Inclui todos os valores de nobreza, dedicados à pátria.
São os patriotas que constroem os verdadeiros valores da pátria. A nação é forjada por eles e nenhum país sobrevive sem patriotas.
O Brasil, hoje, enfrenta um perigosíssimo processo de extinção do sentimento patriótico.
Estamos nos tornando um país desprovido de sentimentos nobres.
Nossa nobreza de sentidos está sucumbindo pela ação iconoclasta de uma militância sem causas.
A iconoclastia é dirigida a tudo o que pode significar identidade patriótica e vem sendo inoculada na cultura brasileira desde o período pós guerra.
Crianças, jovens e adultos submetidos a um ensino que não ensina. Reféns da ausência de história (substituída pela “crítica” à história). Herdeiros de uma formação cultural que não prestigia os elementos que formam a nação – pelo contrário: os segrega no bojo de um revisionismo imbecilizante.
Não se sabe, hoje, em qualquer nível de ensino, ou mesmo à testa dos três poderes da República, quais são os símbolos, personagens e fatos constitutivos da nação brasileira.
Miséria de valores
Nelson Rodrigues vaticinara que “os idiotas perderam a humildade”. Na verdade, esses personagens rodriguianos assumiram as rédeas da condução das políticas públicas. Para essa gente, nossos símbolos nacionais e seu significado histórico, são “coisas do passado”.
Ora, a ideologia é expressão social oriunda de segmentos economicamente articulados, que se pretendem hegemônicos na sociedade politicamente organizada.
Sendo assim, é patente que há uma ideologia expressando essa cultura iconoclasta que hoje destrói, sem causa, nosso patriotismo.
O hino nacional não é mais ensinado nas escolas
Contestadores “de tudo o que está aí” (seja lá o que ali esteja…), estão empenhados em destruir expressões nacionalistas que julgam equivocadas.
Imbuídos em uma espécie de revisionismo ideológico, esses quadros implementam programas governamentais com efeitos funestos.
A letra do hino nacional, hoje em dia, é conhecida e cantada corretamente por pequena parcela da população. Isso ocorre porque governos iconoclastas e revisionistas, em todas as esferas da federação, ABOLIRAM a execução do hino e do hasteamento à bandeira nas escolas – do ensino básico á universidade.
Nas escolas – do ensino fundamental ao superior – ninguém mais fala do significado e importância dos símbolos nacionais. Aliás, não há nos currículos escolares qualquer disciplina que ministre esse conhecimento como uma expressão nacional. Geralmente a matéria é ministrada como curiosidade histórica.
Há repartições públicas que nem mesmo hasteiam a bandeira nacional.
Várias são as instituições privadas que mantém hasteado o pavilhão nacional. Porém, inconscientemente, executam o hasteamento de forma desrespeitosa – permitem a exposição de bandeiras desbotadas pela ação do tempo – submetidas às intempéries climáticas e mantidas na penumbra da noite sem a devida iluminação.
Bandeira nacional, em período de Copa do Mundo, vira estampa de peças íntimas ou roupas sumárias, vira guardanapo, etc…
Cabe a pergunta: o que visam esses “ideólogos”?
Talvez pretendam, uma vez à testa dos aparelhos de Estado, a destruição do orgulho nacional (em prol, quem sabe, de um governo “mundial”). Essa pretensão, diga-se, é difusa, envolve gente à direita e à esquerda do espectro político nacional e, bem entendido, vem se impondo há décadas, como já dito.
“O orgulho nacional é para os países o que a auto-estima é para os indivíduos: uma condição necessária para o aperfeiçoamento. O patriotismo é forma de orientação política”, afirma o filósofo norte-americano Richard Rorty, professor de literatura comparada e filosofia da Universidade de Stanford.
Por aqui, no Brasil, os valores nacionais parecem estar em extinção, na mesma proporção da autoestima do brasileiro.
No entanto, o orgulho nacional permanece latente. De uma forma ou outra, periodicamente, ele ressurge – ainda que na comemoração de uma vitória em um jogo de futebol (como dizia Nelson Rodrigues: “a pátria de chuteiras”).
Assim, a miséria de valores, imposta por décadas de iconoclastia militante contra os símbolos nacionais, não destruiu de todo o sentido de pátria, o sentimento patritótico.
Há, portanto, uma amalgama no inconsciente coletivo brasileiro, capaz de reverter essa desconstrução nacional se devidamente despertado.
O Dia Mundial do Compositor é comemorado anualmente em 15 de janeiro.
A data homenageia todos os compositores do mundo, especialmente o seu trabalho e esforço para compor, escrever e criar músicas.
Os compositores são verdadeiros artistas, que utilizam o domínio da técnica das notas musicais para criar melodias. Além da técnica, utilizam toda a criatividade e sensibilidade para escrever canções que emocionam e animam multidões de pessoas.
Origem do Dia Mundial do Compositor
O Dia Mundial do Compositor, 15 de janeiro, surgiu no México. A origem dessa data decorreu em comemoração à fundação da Sociedade de Autores e Compositores do México (SACM), em 1945.
No entanto, esta data somente foi oficialmente celebrada no mundo a partir de 1983.
Dia do Compositor Brasileiro
O Brasil é um país muito rico em bons compositores e música de qualidade. É o que se presencia em movimentos como a Bossa Nova e a MPB – Música Popular Brasileira.
Para homenagear os gênios da música nacional, no Brasil se comemora o Dia do Compositor Brasileiro em 7 de outubro.
O Dia do Fonoaudiólogo é comemorado anualmente no Brasil em 9 de dezembro.
A data celebra os profissionais responsáveis pelo cuidado, estudo e prevenção de todas as doenças e distúrbios da linguagem humana, através da audição, fala e escrita.
Os fonoaudiólogos também ajudam a treinar e aperfeiçoar a voz humana, sendo bastante procurados por pessoas da área da comunicação, artistas, locutores e demais pessoas que desejam ter uma boa dicção, por exemplo.
O fonoaudiólogo, para ajudar a tratar os seus pacientes, pode precisar trabalhar em conjunto com psicólogos, otorrinolaringologistas, neurologistas e entre outros profissionais da área médica.
Este profissional pode atuar em consultórios privados, hospitais públicos, escolas, centros de saúde, instituições ou mesmo em empresas.
Origem do Dia do Fonoaudiólogo
O Decreto de Lei nº 6.965, de 9 de dezembro de 1981, regulamenta a profissão dentro da área da Fonoaudiologia no Brasil. A data é uma homenagem a este importante momento na história desses profissionais.
O Ano-Novo é a comemoração de um novo ano que se inicia, e é celebrado na passagem de 31 de dezembro para 1º de janeiro.
Também é chamado de Réveillon, termo em francês que significa “despertar”. A véspera de ano-novo, dia 31 de dezembro, é o dia que antecede 1º de janeiro, feriado que celebra o primeiro dia do ano e dia da Confraternização Universal.
Origem do Ano-Novo
Entre 753 a.C. e 476 d.C o início do ano civil acontecia no dia 1º de março. Para persas e fenícios, entre outros povos, a data ainda era outra, 23 de setembro.
A comemoração de Ano-Novo com a data que conhecemos hoje tem sua origem em 46 a.C, quando o governador romano Júlio César criou um decreto para que o dia 1º de janeiro fosse o Dia do Ano-Novo, que marcava o início do calendário juliano. Com a mudança para o calendário gregoriano, que utilizamos atualmente, a comemoração foi oficializada.
Ano Novo Rio de Janeiro
Vale lembrar que o ano-novo está relacionado com o tipo de calendário utilizado. Os chineses, por exemplo, comemoram o ano-novo em uma data que pode ocorrer entre os meses de janeiro e fevereiro. Para os judeus, o ano-novo é celebrado no mês de Nissan, que no nosso calendário ocorre em setembro ou outubro.
Como é comemorado o ano-novo no Brasil?
Existem diversas tradições típicas para a festa de comemoração do Ano-Novo, e cada país geralmente possui a sua. No Brasil, por exemplo, os costumes das religiões africanas e afro-brasileiras, como usar roupas brancas, pular 7 ondas e levar oferendas à praia para Iemanjá são praticadas.
Além disso, assistir os shows de fogos de artifícios se tornaram tradição no país. Superstições, como comer uvas e guardar as sementes na carteira são realizadas para trazer prosperidade ao novo ano.
Cada cidade costuma concentrar a sua população num tradicional ponto turístico ou local de bastante significância para celebrar esta data.
No Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo são dois locais muito procurados para as comemorações de Ano-Novo, onde a atração principal são os fogos-de-artifício em Copacabana, no Rio, e na Avenida Paulista, em São Paulo.
Dia da Confraternização Universal
É também no dia de Ano-Novo que se celebra o Dia da Confraternização Universal, conforme reconhecido pela ONU – Organização das Nações Unidas.
Ainda se comemora o Dia Mundial da Paz, desde 1968, quando o Papa Paulo VI instituiu uma data para celebrar a paz entre os povos.
No Brasil, a véspera de ano-novo é considerada um ponto facultativo.