O Dia Internacional da Igualdade Feminina é celebrado nesta quinta-feira, 26 de agosto.
Pelo mundo, também é Dia da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
Para além das homenagens, este é um momento para refletir sobre o avanço na conquista de direitos femininos e também sobre os desafios para atingir os objetivos globais de equidade de gênero – afetados, segundo pesquisadoras pela pandemia da Covid-19.
A data foi escolhida para comemorar a 19ª emenda adotada na década de 1920 nos Estados Unidos, que impediu o governo americano de impossibilitar o voto feminino. A data foi designada pelo Congresso em 1973 e proclamada no mesmo ano.
No Brasil, inspirada pelo movimento sufragista americano, foi fundada a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), em 1922. As brasileiras conquistaram o direito ao voto dez anos depois, em 1932, mas ainda restrito às mulheres casadas (autorizadas pelo marido) e solteiras com renda própria. Em 1934, as restrições foram eliminadas do Código Eleitoral e, a partir de 1946, o voto feminino tornou-se obrigatório, como já era o masculino.
