Dia do Agente Funerário

No dia 17 de março é celebrado o Dia do Agente Funerário

No dia 17 de março é celebrado o dia Agente Funerário, uma profissão que por vezes se torna invisível, mas é extremamente necessária num dos momentos mais difíceis que alguém pode passar.

É o agente funerário que tem o primeiro contato com a família enlutada; são eles os responsáveis por cuidar de todos os detalhes, do transporte à documentação necessária para os trâmites de velório e sepultamento. Sempre com muita ética e respeito.

Lidar com a morte não é uma tarefa fácil, mas, como em qualquer outra atividade, há pessoas que precisam atuar nesse segmento com muito respeito, ética e controle emocional.

Para atuar como agente funerário é preciso ter muita responsabilidade e o domínio
de informações e técnicas específicas. Cabe a ele atuar na remoção e preparação dos
corpos, além de organizar urnas e ornamentar salas de velório, conduzir o sepultamento,
auxiliar nos serviços administrativos, acolher familiares, acompanhar em registros de
óbitos e demais documentos necessários.

Cabe ao agente funerário o conhecimento das regras e leis que precisam ser
seguidas de cada município, visto que elas podem ser diferentes. O profissional também precisa dominar os métodos de conservação de cadáveres,
substituindo fluidos naturais por líquidos conservantes. Dessa forma, para que o
profissional tenha um bom desempenho como agente funerário é essencial conhecimento
em tanatopraxia.

O agente funerário trata diretamente com pessoas que perderam seus entes queridos, fragilizadas pela dor da perda. Considerando esse fator e em razão de suas funções, e ainda de sua responsabilidade, o agente funerário, geralmente, possui as seguintes características: Equilibrado emocionalmente; empático; confiável; razoável; paciente; discreto; bom negociador; ético e transparente; boa postura; e conhecedor da técnica e da legislação pertinentes.

Durante a pandemia do novo coronavírus, profissionais ligados às atividades funerárias se reiventaram diante de um cenário incomum. A precarização do sistema de saúde e grande número de mortes também enfatizaram a necessidade dos serviços fúnebres para as famílias e amigos das vítimas da Covid-19, que não poderão realizar cerimônias.

Você, agente funerário, é um exemplo de sensibilidade no mundo. Lidar com sentimentos alheios pode ser muito difícil para algumas pessoas, mas na sua profissão você trabalha diariamente com a ideia de que quem contratou os seus serviços está passando por um momento de tristeza – e mesmo assim você consegue dar o seu melhor. Que a sua leveza em sentir continue lhe proporcionando uma boa vida!

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