Em 17 de dezembro é comemorado o Dia do Engenheiro de Produção.
A profissão habilitada pela Resolução nº288, de 7 de dezembro de 1983, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Confea), é bastante flexível dando ao profissional a possibilidade de atuar em diversas áreas da engenharia.
É o engenheiro que acompanha processos, produtos e serviços, controla perdas, estabelece planos de ações, atuando diretamente no planejamento. Também desenvolve, testa e supervisiona sistemas, processos e métodos produtivos entre outras atividades
No universo das engenharias, a Engenharia de Produção é a que tem um pezinho nas Ciências Humanas. O que não significa, é claro, que os estudantes que optarem por esse curso não passarão por um belo teste nas disciplinas de exatas durante os primeiros anos da graduação. Geralmente, nos dois anos iniciais estudam-se disciplinas comuns a todas as especialidades da Engenharia, consideradas básicas para exercer a profissão, como Física e Cálculo, por exemplo.
É a partir do terceiro ano que as disciplinas específicas de Engenharia de Produção começam a aparecer na grade curricular. A partir daí, o aluno passa a ter contato com o que podemos chamar de ‘núcleo duro’ da Engenharia de Produção, cursando disciplinas das áreas de Economia, Engenharia Financeira, Custos, Qualidade e Produtividade, Pesquisa Operacional, Projeto do Produto e da Fábrica, Estratégia, Sistemas de Informação, Sustentabilidade nos Sistemas de Produção, entre outras.
Apesar de um curso abrangente e um mercado de trabalho variado terem seus pontos positivos – como uma grande oferta de empregos e possibilidades de atuação – certamente os profissionais que escolhem se especializar em algo dentro da carreira acabam se destacando.
